Aula expositiva dialogada sobre as regiões (IBGE) brasileiras.
![]() |
| Aspecto do quadro da aula. |
Obs.: a 26ª aula foi usada para a confecção as Jornadas de Aprendizagens, os Portfólios dos estudantes!
REGISTRO DA PRÁTICA (Diário de Classe e Notas de Aula), do
Professor Donarte Nunes dos Santos Júnior,
E.M.E.F. PORTO NOVO,
Prefeitura de Porto Alegre – SMED/ RME
Alunos recompram conhecimentos com base na orientação individual do professor, bem como, em leituras de textos de didáticos (em meio digital e analógico).
Nesta aula, tiveram tempo e espaço para:
- elaborar/ concluir a autoavaliação
- concluir tarefas atrasadas
- os que concluíram as tarefas acima, realizaram tarefas mandadas em privado (Chat/ GMail)
Nesta aula, os alunos receberam uma tarefa sobre a qual deveriam trabalhar sozinhos, a saber:
Com base nas páginas 115, em diante, de nosso Livro Didático (https://api.plurall.net/media_viewer/documents/2597765), responda:
1) Sobre a agricultura familiar, responda:
a) Ela ocupa 80% dos imóveis rurais, mas corresponde a apenas 20% do total produzido pela agropecuária brasileira. Por que isso ocorre?
b) Ela produz cerca de 70% dos alimentos consumidos pela população brasileira, Explique por que produz 20% do total da produção agrícola e 70% da produção de alimentos destinados ao consumo da população nacional.
2) Sobre a produção agrícola familiar no município onde você vive, responda:
a) Há unidades de produção familiar?
b) O que essas unidades produzem? Como produzem? Onde seus produtos são comercializados?
3) Quais as principais culturas agrícolas produzidas e exportadas pelo Brasil? Elenque os principais elementos relativos a isto.
Ninguém melhor do que o Danoninho soube usar a ciência para uma construção de marketing que dura décadas. O reducionismo nutricional segue a fazer desse ultraprocessado clássico um sinônimo de comida “saudável” para crianças (e bebês). No segundo episódio da série “A máquina de criar problemas”, investigamos o histórico deste produto, e a maneira como os micronutrientes são usados como uma ferramenta de publicidade para encobrir os problemas dos ultraprocessados.
Seguimos a todo vapor com a produção dos episódios da série especial que seguem saindo às terças-feiras, ao longo deste mês, sempre no mesmo horário, às 10h. Todo esse trabalho custa caro e fica disponível de forma gratuita em todas as plataformas de áudio e no canal do YouTube do Joio. Por isso, contamos com a colaboração dos ouvintes por meio do nosso programa de membros, o Sementeira. Faça parte e receba os conteúdos do Prato Cheio com antecedência. E se quiser saber mais sobre os episódios, interagir com quem produz o podcast e receber informações em primeira mão, entre no nosso canal do Telegram.
![]() |
Ouça no seu tocador favorito: Spotify |
![]() |
| Aspecto da turma 71 trabalhando na tarefa do dia (1 de 3) |
![]() |
| Aspecto da turma 71 trabalhando na tarefa do dia (2 de 3) |
![]() |
| Aspecto da turma 71 trabalhando na tarefa do dia (3 de 3) |
![]() |
| Aspecto das turmas 71 e 72 que, neste dia, estavam juntas; ao todo somente sete alunos compareceram; sendo três da 71; quatro, da 72. |
![]() |
| Fotografia intitulada "Um mar de humanidade", de "© leungchopan/Getty Image", um aspecto da Região Administrativa Especial de Hong Kong. Fonte: Região Administrativa Especial de Hong Kong. Peapix. Bing Gallery. Disponível em: <https://peapix.com/bing/43647>. Acesso em 12 de jul. |
![]() |
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 106. |
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 106. |
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 106. |
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 106. |
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 107. |
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 107. |
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 107. |
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 99. |
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 99. |
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 100. |
![]() | |
|
Aula expositiva dialogada sobre a urbanização do Brasil e os conceitos de Sítio e Situação.
Para que os alunos possam recompor o que foi estudado, aconselha-se a leitura do material didático, abaixo:
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 96. |
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 96 |
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 97. |
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 97. |
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 98. |
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 98. |
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 98. |
Aula expositiva dialogada sobre o conceito de Urbanização.
O professor instruiu a respeito das noções que estão por detrás do urbano, desde os gregos.
Em seguida, passou a, com o auxílio da leitura compartilhada do livro didático, investigar sobre a urbanização e rede urbana brasileira.
É interessante, para recompor os aprendizados, ler texto e gráficos, bem como, o mapa, abaixo:
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 93. |
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 93. |
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 94. |
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 94. |
![]() |
| VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 94. |
Aula expositiva dialogada sobre os Setores Econômicos: Primário, Secundário, Terciário e Quaternário.
Foi explicado como eram as economias até o século XIX, e, como estes Setores passaram a se interpenetrar de forma imbricada, à partir da Quarta Revolução Industrial por meio da tecnologia (ver ilustração abaixo).
Nesta aula, o professor retomou a aula sobre a "Classificação da Indústria", e, de imediato, solicitou que os estudantes elaborassem, desde as páginas 85 e 86, do livro didático, uma identificação listada com os principais elementos que envolvem os "Fatores que propiciaram a industrialização no Brasil".
Enquanto isso, o professor avaliou os cadernos dos estudantes.
Para recompor alguns dos conhecimento trabalhados, recomenda-se a leitura, abaixo ("VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 85-86")
Fatores que propiciaram a industrialização
Entre os fatores que propiciaram a industrialização brasileira, podem-se citar:
* a acumulação de capitais proporcionada pela exportação de café, que era a principal atividade econômica do país no final do século XIX e na primeira metade do XX. 0 dinheiro obtido com a venda do café ao exterior permitiu a compra de máquinas para as indústrias que começavam a surgir;
* a substituição gradativa do trabalho escravo pelo assalariado, que ocorreu com a vinda de imigrantes para trabalhar nas fazendas de café do estado de São Paulo a partir de 1870, e continuou depois, com a abolição da escravatura em 1888. Vale lembrar que a mão de obra operária nas fábricas modernas é um trabalho assalariado;
* o crescimento de um mercado consumidor interno, consequência da expansão do trabalho assalariado. Durante o período da escravidão, fazendeiros e comerciantes participavam efetivamente do mercado consumidor, além de uma pequena classe média (funcionários públicos, médicos, advogados, engenheiros, etc.), pois os escravizados — boa parte da população — não tinham nenhum rendimento e, po isso, não podiam adquirir bens. A partir do emprego da mão de obra assalariada, os trabalhadores passam a fazer parte desse mercado consumidor, embora dispusessem de baixos salários.
- Acumulação de capitais: processo de acumulação de bens ou dinheiro, de patrimônio, de riqueza.
Concentração industrial
A lavoura cafeeira paulista experimentou, no século XIX, extraordinária expansão. Concentraram-se no Centro-Sul, em particular nos arredores da cidade de São Paulo, os benefícios trazidos pela crescente exportação de café: desenvolvimento de meios de transporte (ferrovias e rodovias), serviços bancários, instalação de usinas geradoras de eletricidade, entre outros.
Não podemos esquecer que a cidade de São Paulo se tornou a mais industrializada do pais, pois beneficiou-se também pela sua posição geográfica: como se constituiu em um ponto de passagem obrigatória das mercadorias produzidas no interior do estado para o porto de Santos (o mais importante do pais desde essa época), São Paulo expandiu-se com o intenso comércio e o desenvolvimento do setor bancário, ligados principalmente ao café.
Por esse motivo, a cidade de São Paulo concentrou de maneira mais expressiva o volume de capital obtido pela exportação de café. Na cidade, também se desenvolveu o mercado consumidor mais importante do pais, tanto pelo número de compradores como pela maior variedade de produtos industrializados oferecidos.
A industrialização brasileira iniciou-se com a produção de bens de consumo não duráveis, isto é, de bens voltados para a satisfação das necessidades básicas da população, Como exemplo podemos citar as industrias de alimentos, tecidos, bebidas e calçados, entre outras. Essas indústrias não exigem grandes investimentos para serem instaladas e costumam dar lucro em pouco tempo. Por isso, tornam-se as primeiras a se instalarem em países ainda não industrializados e com carência de capitais.
Apenas por volta dos anos 1930 é que se implantaram no Brasil as indústrias de base, especialmente a siderúrgica. Nos anos 1950 velo a indústria automobilística, que até hoje é a principal atividade industrial do pais pelo volume e principalmente pelo valor de sua produção.
![]() |
| Fábrica de automóveis em São bernardo do Campo (SP), em 1958. |
Com o tempo, a grande concentração de indústrias na cidade de São Paulo foi atingindo os municípios vizinhos, como Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema (o chamado ABCD), e a Baixada Santista (Santos e Cubatão). Com isso, essa região tornou-se a região industrial mais expressiva do Brasil, posição que mantém até hoje. Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, a cidade de São Paulo e seus arredores tornaram-se também a porção do espaço geográfico preferida pelas empresas transnacionais para a instalação de suas filiais em território brasileiro.
- Transnacional: o mesmo que multinacional ou empresa global, ou seja, uma empresa que atua em vários países. Alguns poucos autores pretendem distinguir esses trés tipos de empresas, mas a maioria dos especialistas usa esses termos como sinônimos.
(Fonte: VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 85-86. Disponível em: <https://api.plurall.net/media_viewer/documents/2597765>. Acesso em 31 de mai., 2023)
Neste dia, aula de Geografia, durante a manhã, o que abrangeu o quarto período (das 11h05min. às 12h), os alunos foram, com a professora de História, Rita de Cássia, à UFRGS, para participar da "11ª SEMANA DA ÁFRICA".
O professor de Geografia ficou na escola, pois era Conselhe de Classe (dos oitavos anos).
![]() |
| Aspecto no banner da 11ª SEMANA DA ÁFRICA (UFRGS) |
![]() |
| Aspecto das Turmas 71 e 72, na 11ª SEMANA DA ÁFRICA, na UFRGS |
Na parte da tarde, das 13h às 14h, ocorreu o que seria o 5º período da manhã (que teria sido das 12h às 12h55min.). Neste período, os alunos tiveram a oportunidade de recompor os conhecimentos trabalhados na avaliação sem consulta.
Os alunos receberam a prova corrigida. Com base nas correções/ anotações do professor imediatamente sobre as respostas dos alunos, consultando em seus cadernos e no livro didático, os alunos responderam novamente à avaliação, no verso da mesma.
Nesta aula, os alunos responderam à uma avaliação sem consulta; o primeiro período foi disponibilizado para estudar, acessar o presente blog e colocar o caderno em dia; o segundo, para a resolução da prova propriamente dita.
![]() |
| Aspecto dos estudantes estudando juntos, tomando o conteúdo um do outro! |
![]() |
| Aspecto dos estudantes estudando em seus cadernos e usando o Chromebooks para atualizar o caderno! |
O professor retomou a aula passada, e, de imediato, passou à aula expositiva dialogada sobre a Classificação da Indústria, e, como se estrutura a indústria brasileira.
Para recompor os aprendizados trabalhados em aula, aconselha-se a leitura do material didático, abaixo:
Ainda nesta aula, aconteceu um fato interessante, engraçado e sadio... Na última fala do professor, surgiu a mensagem que encaminhava o seguinte entendimento...: para os alunos terem, futuramente, uma ótima colocação profissional, eles deveriam cultivar o seu phátos; o espanto e a curiosidade apregoados pelos antigos e grandes filósofos gregos!!!
Só assim, segundo a mensagem do professor, é que os alunos conseguiriam deixar de serem meros usuários de uma Quarta Revolução Industrial para passarem a serem criadores, makers mais bem colocados!
Foi quando o aluno ERIK MIKAEL GONÇALVES LOIOLA, desde a sua inteligência e bom humor, apresentou aquilo que viria a ser um dos símbolos da turma 71 (2023), o "lápis phátos do FUTURO" (vide fotografia abaixo)!!!!!!!
![]() |
| Aspecto do "lápis phátos do FUTURO", uma brincadeira muito bem humorada que lembra aos estudantes que o futuro está em eles terem phátos!!! |
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfYGnzS3XUvrkn-Iz04_O1m5TPvQoabaoAW-Hie2bL1itIYWQ/viewform?usp=header