terça-feira, 1 de setembro de 2026

RETOMANDO NOSSOS REGISTROS DA PRÁTICA: AULAS DO 2º TRIMESTRE!

Nas últimas semanas, a dinâmica habitual de atualização deste espaço foi temporariamente alterada em razão da intensa mobilização da escola para a realização do Salão de Iniciação Científica – SIC.

Durante esse período, parte significativa de nossas aulas, encontros e tempos pedagógicos esteve dedicada à orientação dos estudantes, à organização e ao desenvolvimento das pesquisas, à preparação dos trabalhos e às diferentes atividades relacionadas ao evento. Foi um período particularmente intenso, no qual a rotina escolar precisou ser reorganizada para que os projetos pudessem chegar ao SIC.

Em razão dessa concentração de atividades, muitas das práticas desenvolvidas nas disciplinas de Geografia e Iniciação Científica não chegaram a ser publicadas, como habitualmente fazemos, neste nosso Registro da Prática.

Isso, entretanto, não significa que elas tenham deixado de acontecer. Ao contrário: foram semanas de muito trabalho, pesquisa, orientação, produção e aprendizagem — justamente o tipo de movimento que este espaço procura documentar.

O que estudamos nesse período?

Nas aulas de Geografia dos 7º anos, nosso principal objeto de estudo foi a dinâmica demográfica da população, especialmente por meio da leitura e interpretação das pirâmides etárias.

Começamos compreendendo a organização desse importante gráfico demográfico. Os estudantes aprenderam a identificar sua base, seu corpo e seu topo, relacionando essas diferentes partes, respectivamente, à predominância das populações jovem, adulta e idosa.

A leitura das pirâmides permitiu avançar para conceitos fundamentais da Demografia, como natalidade, fecundidade e mortalidade, procurando compreender aquilo que cada indicador representa e como sua alteração produz transformações na estrutura etária de uma população.

Também discutimos a expectativa de vida e as razões pelas quais ela apresenta grandes diferenças entre países e períodos históricos, relacionando-a às condições de vida, alimentação, saneamento, medicina, vacinação, habitação e acesso aos serviços de saúde.

Outro conceito trabalhado foi o de crescimento vegetativo ou natural, entendido a partir da relação entre o número de nascimentos e o número de mortes de determinada população.

A partir desses elementos, pudemos compreender um fenômeno cada vez mais importante para o Brasil e para diversos países do mundo: o envelhecimento populacional.

Para explicar como as populações passam de estruturas predominantemente jovens para estruturas progressivamente mais envelhecidas, estudamos as diferentes fases da Transição Demográfica, observando a passagem histórica de sociedades marcadas por altas taxas de natalidade e mortalidade para outras caracterizadas por taxas progressivamente mais baixas.

As pirâmides etárias, portanto, deixaram de ser vistas apenas como gráficos. Passaram a funcionar como verdadeiros “retratos” de uma população em determinado momento histórico.

Por meio delas, discutimos também as relações existentes entre estrutura etária e desenvolvimento socioeconômico.

Uma população com grande número de crianças e adolescentes, por exemplo, necessita de investimentos importantes em creches, escolas e políticas voltadas à infância e à juventude. Uma população com grande quantidade de adultos coloca em evidência questões relacionadas ao mercado de trabalho, geração de emprego e renda. Já uma sociedade que envelhece precisa pensar cada vez mais em saúde, acessibilidade, cuidado com a população idosa e sustentabilidade dos sistemas previdenciários.

Dessa maneira, procuramos perceber que estudar população em Geografia não significa simplesmente memorizar números: significa compreender de que maneira as transformações demográficas interferem diretamente na organização da sociedade, na economia, nas políticas públicas e em nossa própria vida cotidiana.

Esses conhecimentos também constituíram a base das atividades e avaliações realizadas pelas turmas ao longo do período.

Encerrado o período de excepcional mobilização em torno do SIC, retomamos, a partir de agora, a atualização regular deste diário, acompanhando novamente o desenvolvimento das aulas, dos conteúdos, das atividades, das pesquisas e das experiências construídas pelos estudantes.

Alguns registros do período anterior poderão ainda aparecer por aqui, recuperando práticas que merecem permanecer documentadas.

Seguimos, portanto. O Registro da Prática continua.

quinta-feira, 26 de março de 2026

quinta-feira, 19 de março de 2026

quinta-feira, 5 de março de 2026

3ª AULA: REDAÇÃO DAS IDEIAS-FORÇA!

Nesta aula, o professor conferiu a execução do Tema da Casa (redação), orientou as devidas correções, bem como, solicitou, aos que tinham concluído com pertinência, a digitação dos textos nas Jornadas de Aprendizagem.
As produções textuais serão publicadas no supracitado portfólio.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

2ª AULA: IDEIAS-FORÇA: CONCLUSÃO E REDAÇÃO!

Aula expositiva e dialogada, na qual, o professor concluiu as explicações relativas às Ideias-Força: Dumas, Nietzsche, Saint-Exupéry e Demo.

Em seguida, solicitou a elaboração de um redação de, aproximadamente, 25-30 linhas, na qual os estudantes deveriam integrar as supracitadas ideias.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

1ª AULA: IDEIAS-FORÇA!

O professor retomou a aula passada, e, através de aula expositiva dialogada, explicou as Ideias-Força 2, 3 e 4, respectivamente, retiradas dos livros: 


"Escritos sobre educação", do filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900):

"Devemos estudar para nós mesmos", "pensar por nós mesmos"...


"O Pequeno Príncipe", do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944):

"Nunca devemos abandonar uma pergunta"


"Educar pela pesquisa", do sociólogo catarinense Pedro Demo (1941).

"Estudar é modo de vida", e, "Educar é mais que o mero instruir".


Aconselha-se, para recompor os aprendizados relacionados à aula, que os alunos assistam à videoaula abaixo:

quinta-feira, 17 de abril de 2025

6ª AULA: DOMÍNIO TERRITORIAL E DIVISÃO POLÍTICO-ADMINISTRATIVA BRASILEIRA!

Nesta aula, de posse do livro didático, em atividade de leitura individual, os alunos estudaram, bem como, responderam a perguntas que dirigiam o estudo a respeito do conceito de Estado, desta vez, o trazido pelo livro didático, de MOREIRA (2022), bem como, a respeito da divisão político-administrativa e evolução territorial do Brasil.

Para deparar-se, novamente, com o conteúdo, mapas e textos do livro, clicar, ::: AQUI :::!

quinta-feira, 27 de março de 2025

5ª AULA: DIFERENÇA ENTRE FRONTEIRA E LIMITE!

Aula expositiva dialogada sobre os conceitos de Fronteira e Limite, procurando diferenciá0los, bem como, procurando reconhecer limites artificiais e limites naturais.

Aspecto do caderno do estudnte PIETRO CUSTODIO BIZOTTO, com o conteúdo da aula (1 de 2)


Aspecto do caderno do estudnte PIETRO CUSTODIO BIZOTTO, com o conteúdo da aula (2 de 2)


quinta-feira, 13 de março de 2025

4ª AULA: CONCEITO DE ESTADO!

Aula expositiva dialogada a respeito do conceito de Estado.

Aspecto do caderno da estudante RAFAELA DOS SANTOS GRACIANO, da turma 71, com o conteúdo da aula!


quinta-feira, 6 de março de 2025

3ª AULA: APRECIAÇÃO DO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO!

Nesta aula, o professor apresentou o conteúdo programático do Ano Letivo para os alunos. Estes tiveram a oportunidade de expressarem aquilo que gostariam de aprender, e que não estava na lista.

Isso foi feito, desde o Chromebooks, através do site do professor e do Spaces da turma no GMail.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025

1ª AULA: IDEIAS-FORÇA (PARTE 1 DE 2)!

Início do ano letivo de 2025!
Como de costume, o professor, através de aula expositiva e dialogada, introduziu a noção de Ideias-Força com os estudantes...
O objetivo foi o de instruir a repeito da vida estudantil dos jovens, bem como, (re)contruir entendimentos mais profundos do que o senso comum a respeito dos porquês de se estudar hoje em dia.

ANO LETIVO DE 2025!!!

 INÍCIO DO ANO LETIVO DE 2025!!!

terça-feira, 6 de agosto de 2024

16ª AULA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA REGIÃO SUDESTE!

Nesta aula, após uma conversa do professor com a turma, no sentido de organizá-los (ver ilustração abaixo (Figura 1)) para a sequnência de estudos, o professor orientou o estudo introdutório da Região Sudeste!

Aspecto dos registros feitos com relação às temáticas da aula!

Estudantes da turma 71 realizando seus estudos a respeito da Região Sudeste! (1 de 4)


Estudantes da turma 71 realizando seus estudos a respeito da Região Sudeste! (2 de 4)

Estudantes da turma 71 realizando seus estudos a respeito da Região Sudeste! (3 de 4)



Estudantes da turma 71 realizando seus estudos a respeito da Região Sudeste! (4 de 4)


terça-feira, 16 de julho de 2024

15ª AULA: REGIONALIZAÇÃO DO BRASIL: REGIÃO NORDESTE!

Breve aula expositiva dialogada a respeito da Região Nordeste do Brasil, segundo a classificação do IBGE.

Em seguida, os alunos receberam uma folha de papel com um mapa mudo da referida região, para que pudessem escrever, sobre ele, a toponímia, bem como, para que pudessem responder algumas perguntas nela contidas.

terça-feira, 9 de julho de 2024

14ª AULA: REGIONALIZAÇÃO DO BRASIL!

Aula expositiva dialogada a respeito da regionalização do Brasil. Foi explicada a regionalização, segundo o IBGE, e, também, segundo os Geoeconômicas ou Complexos Regionais

terça-feira, 2 de julho de 2024

terça-feira, 11 de junho de 2024

11ª AULA: PEA, PEI E SETORES ECONÔMICOS!

Nesta aula, o professor fez uma brevíssima retomada dos conteúdos vistos anteriormente.

Em seguida, por meio de aula expositiva dialogada, explicou os conceitos de População Economicamente Ativa (PEA), População Economicamente Inativa e os Setores Econômicos (PEI) e Setores Econômicos (Setor Primário, Setor Secundário, Setor Terciário e Setor Quaternário.

Para auxiliar o estudo dos alunos, o professor distribuiu uma apostila, que pode ser revista, :::AQUI:::.

segunda-feira, 3 de junho de 2024

10ª AULA: RETORNO DO DESASTRE AMBIENTAL!

Após a última aula, dia 30 de abril, começou a chover torrencialmente no Rio Grande do Sul. As primeiras localidades a serem atingidas pelas chuvas foram as da Serra Gaúcha. Porto Alegre, também, quase que de imediato começou a sofrer.

O que, porém, ninguém sabia é que aquele fenômeno viria a se transformar em um dos maiores desastres ambientais do Brasil! Assim sendo, as aulas nas disciplinas de Geografia cessaram desde aquela data, vindo a retornar somente hoje.

Nesta aula, o professor fez uma explicação a respeito dos fenômenos que atingiram o estado, a capital e sobre os fatores internos e externos às cheias.

Em seguida, em uma conversa franca, alunos e professor falaram sobre os impactos disso tudo na vida de cada um.

Feito isso, foi proposta e leitura do texto "Três dias para ler", de Helen Keller (1880-1968). Os alunos deveriam ler o escrito da filosofa estadunidense, e, depois, responder: o que Keller tem a nos dizer hoje? Qual mensagem podemos retirar, desde o seu texto e da sua história, para a nossa vida?

Bombeiros atuam no resgate de moradores que deixam suas casas, na avenida Borges de Medeiros, em Porto AlegreFoto: Donaldo Hadlich/Código 19/Folhapress
Fonte: Disponível em: <https://www.otempo.com.br/brasil/2024/5/8/qual-e-a-relacao-das-mudancas-climaticas-com-o-desastre-no-rio-g>. Acesso em 03 de jun., 2024.

 

RETOMANDO NOSSOS REGISTROS DA PRÁTICA: AULAS DO 2º TRIMESTRE!

Nas últimas semanas, a dinâmica habitual de atualização deste espaço foi temporariamente alterada em razão da intensa mobilização da escola ...