REGISTRO DA PRÁTICA (Diário de Classe e Notas de Aula), do
Professor Donarte Nunes dos Santos Júnior,
E.M.E.F. PORTO NOVO,
Prefeitura de Porto Alegre – SMED/ RME
Neste dia, aula de Geografia, durante a manhã, o que abrangeu o quarto período (das 11h05min. às 12h), os alunos foram, com a professora de História, Rita de Cássia, à UFRGS, para participar da "11ª SEMANA DA ÁFRICA".
O professor de Geografia ficou na escola, pois era Conselhe de Classe (dos oitavos anos).
Na parte da tarde, das 13h às 14h, ocorreu o que seria o 5º período da manhã (que teria sido das 12h às 12h55min.). Neste período, os alunos tiveram a oportunidade de recompor os conhecimentos trabalhados na avaliação sem consulta.
Os alunos receberam a prova corrigida. Com base nas correções/ anotações do professor imediatamente sobre as respostas dos alunos, consultando em seus cadernos e no livro didático, os alunos responderam novamente à avaliação, no verso da mesma.
Nesta aula, os alunos responderam à uma avaliação sem consulta; o primeiro período foi disponibilizado para estudar, acessar o presente blog e colocar o caderno em dia; o segundo, para a resolução da prova propriamente dita.
Aspecto dos estudantes estudando juntos, tomando o conteúdo um do outro!
Aspecto dos estudantes estudando em seus cadernos e usando o Chromebooks para atualizar o caderno!
O professor retomou a aula passada, e, de imediato, passou à aula expositiva dialogada sobre a Classificação da Indústria, e, como se estrutura a indústria brasileira.
Para recompor os aprendizados trabalhados em aula, aconselha-se a leitura do material didático, abaixo:
Ainda nesta aula, aconteceu um fato interessante, engraçado e sadio... Na última fala do professor, surgiu a mensagem que encaminhava o seguinte entendimento...: para os alunos terem, futuramente, uma ótima colocação profissional, eles deveriam cultivar o seu phátos; o espanto ea curiosidade apregoados pelos antigos e grandes filósofos gregos!!!
Só assim, segundo a mensagem do professor, é que os alunos conseguiriam deixar de serem meros usuários de uma Quarta Revolução Industrial para passarem a serem criadores, makers mais bem colocados!
Foi quando o aluno ERIK MIKAEL GONÇALVES LOIOLA, desde a sua inteligência e bom humor, apresentou aquilo que viria a ser um dos símbolos da turma 71 (2023), o "lápis phátos do FUTURO" (vide fotografia abaixo)!!!!!!!
Aspecto do "lápis phátos do FUTURO", uma brincadeira muito bem humorada que lembra aos estudantes que o futuro está em eles terem phátos!!!
Aula expositiva dialogada sobre a Revolução Industrial, ou ainda, as Revoluções Industriais.
Aqui, será colocado apenas os tópicos trabalhados:
Primeira Revolução Industrial:
- 1750
- Inglaterra e Alemanha
- Fonte de Energia: carvão (mineral)
- Máquina a vapor (ex.: trem "Maria Fumaça")
Segunda Revolução Industrial:
- 1830
- EUA, Inglaterra, Alemanha, França e Itália
- Fonte de Energia: petróleo
- Motor a explosão (ex.: automóvel)
Terceira Revolução Industrial:
- 1880
- EUA
- Fonte de Energia: eletricidade
- Lâmpada incandescente, a lâmpada de Thomas Edison (1847-1931) - como exemplo, pode-se dizer que foram inventados inúmeros maquinários ligados na corrente elétrica.
Quarta Revolução Industrial:
- À partir de 1940
- EUA (Japão também
- Fonte de Energia: a informação
- Informática (ex.: os computadores, a Internet...
Aspecto do quadro da turma 72 (1º período); o conteúdo trabalhado nas duas turmas 71 e 72 é igual.
Aspecto do quadro da turma 72 (2º período); o conteúdo trabalhado nas duas turmas 71 e 72 é igual.
Aconselha-se, para recompor as aprendizagens pretendidas nesta aula, que o aluno leia o texto presente no Link abaixo:
O professor retomou a aula passada, e, de imediato, passou à aula expositiva dialogada sobre os conceitos de artesanato e manufatura, bem como, à explicação a respeito da Revolução Industrial.
Em relação ao artesanato, o professor chamou a atenção para os primórdios da humanidade, o período Neolítico (10.000 AC (o filme de mesmo nome foi usado como exemplo (vide trailer abaixo))).
Trailer (legendado) do filme "10.000 AC".
Durante a explicação, o professor ressaltou que, no artesanato, não há, conforme o exemplo retirado da configuração social acima, Divisão do Trabalho, o trabalhador participa de todo o processo, do início ao fim.
Outro elemento, que foi ressaltado a respeito do conceito de manufatura, foi a questão de a atividade ser feita totalmente a mão, com o auxílio de pequenas ferramentas. Não há máquinas!
Em se tratando a manufatura, o professor explicou que, por assim dizer, o ser humano sempre teve o sonho de criar uma máquina, que trabalhasse por ele, que não precisasse de nenhuma fonte de emergia, ou seja, que "trabalhasse de graça", o moto-contínuo.
Por outras palavras, o ser humano ao ansiar por criar máquinas, deu um salto, "evolutivo", por assim dizer, adentrando em uma nova etapa quanto às formas de produzir, essa nova etapa é a manufatura.
Isso se deu, não com o moto-contínuo, que é impossível em solo terrestre, mas, com a invenção do tear e de outras máquinas simples posteriores, tais como, as máquinas de costurar roupas (tecidos) e sapatos (couro).
Assim, foi dado ênfase aos seguintes elementos que compõem o conceito de manufatura:
- na manufatura háDivisão do Trabalho, o trabalhador não participa de todo o processo, do início ao fim
- a manufatura é feita a mão, mas, com o auxílio de máquina simples. Há máquinas!
Em se tratando de Revolução Industrial, o professor explicou que ela não foi propriamente uma revolução, pois não alterou a estrutura social: donos continuaram donos; operários (funcionários), continuaram assalariados.
Em seguida, explicou, que, de novo, sabendo da impossibilidade de um moto-contínuo, o ser humano sempre buscou novas fontes de energia,poderosas formas de executar trabalho, movimento para as máquinas inventadas por ele: o carvão mineral surgia como possibilidade de caloria (geração de trabalho),para mover o trem Maria Fumaça, a máquina a vapor, na Alemanha e Inglaterra, em, aproximadamente, 1917.
Neste ponto, encaminhando a próxima aula, o professor comentou a respeito da busca por sempre mais fontes de energia e o surgimento do "novo óleo" em substituição ao "óleo de baleia": "Moby Dick", de Herman Melville (1818-1891) foi usado como exemplo.
Para recompor alguns dos conhecimentos trabalhados em aula, o professor aconselha que os alunos leiam os textos contidos nas imagens abaixo:
VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 77.
VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 77.
VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 77.
VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 78.
VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 78.
O professor retomou a aula anterior e ministrou aula expositiva dialogada sobre o chamado princípio Uti Possidetis, ou seja, a forma como o território brasileiro foi ainda mais alargado graças ao "cheguei antes, a terra é minha", bem como, as consequências disso até mesmo nos latifúndios atuais.
A aula seguiu com a explicação do movimento literário do romantismo e da construção da nação brasileira.
Aula expositiva dialogada sobre os, por assim dizer, elementos que constituem um Estado, a saber:
→ Povo
→ Território
→ Soberania
O professor seguiu com as explicações acerca das...: nações sem Estado; o exemplo doscurdos, bem como Estados sem nação; o discutível caso do Brasil e EUA, por exemplo.
As funções do Estado:
→ Educação
→ Saúde
→ Segurança
→ Saneamento Básico
Para concluir, o professor voltou nos últimos dois elementos que constituem um Estado, a saber, o Território e a Soberania, e instruiu a respeito de o que é Fronteira e o que é Limites, sendo que estes últimos podem ser naturais e artificiais.
Aspecto de como ficou o quadro magnético à medida em que as explicações eram feitas!
Aspecto da turma aos minutos finais da aula; antes do intervalo do almoço!
Para recompor alguns dos conhecimentos trabalhados em aula, é interessante assistir a videoaula, abaixo:
Nesta aula, professor retomou a aula anterior, e, através de aula expositiva dialogada, passou a refletir, com os alunos, sobre a pergunta que intitula a presente publicação.
Em conjunto, foi construída uma breve identificação listada; também com base na instrução dada pelo professor, a respeito no livro "O que faz o Brasil, Brasil?", do antropólogo carioca Roberto DaMatta.
Para recompor alguns dos aprendizados relativos à aula, aconselha-se que os alunos assistam ao "documentário", abaixo:
Em seguida, o professor explicou, também através de aula expositiva dialogada, algumas teorias a respeito da formação de nações; a de Johann Gottfried von Herder (1744-1803), que considerava que um país deveria ser construído, por assim dizer, de "baixo para cima"; a de Ernest Renan (1823-1892), que defendia que um país pode, muito bem, ser construído, por assim dizer, de "cima para baixo"; uma elite o constitui, e, depois, o povo adere àquele projeto de nação.
Obs.: adiante, e em seguida, o professor vai explicar e diferenciar país (Estado) de nação (Etnia).
Aspecto do quadro magnético da aula.
Para concluir e fazer os alunos acomodarem as (re)construções, o professor solicitou uma redação, assim:
Agora, de posse desses três elementos estudados, a saber: (i) o ser basileiro, (ii) as ideias de Herder e (iii) as ideias de Renan, elabore um teto repassando tudo, e, externando a sua opinião sobre o assunto.
Aula expositiva dialogada sobre os fenômenos da urbanização e do crescimento urbano em nível de Brasil.
Também foram vistos, de forma bem generalizante, para melhor compreensão desta tendência urbanizadora, os mesmos aspectos em termos de mundo.
Em seguida, os alunos estudaram, leitura e interpretação de texto didático, sobre o tema, especificamente em termos de Brasil, e, relacionando o mesmo à industrialização, o que pode ser revisto, ::: AQUI :::.
Aula expositiva dialogada sobre a relação entre industrialização e espaço geográfico, ou seja, entre:
→ o período de concentração industrial da Região Sudeste
- a extraordinária expansão das lavouras cafeeiras
- a produção do interior do Estado de São Paulo e o Porto de Santos: região de passagem de fluxos
- a indústria que surgia: bens de consumo não duráveis
- a instalação das transnacionais após 1945 (Final da Segunda Grande Guerra)
→ o período de desconcentração industrial:
- à partir da década de 1970 ocorre uma certa desconcentração, pois, várias filiais de transnacionais optam por ir para Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro, Ceará, Amazonas (e sua Zona Franca), Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul (no Rio Grande do Sul, o caso da Volkswagen, em Guaíba ("guerra fiscal"))
- a "deseconomia de escala": quando não há mais nem onde construir novos parques industriais e/ ou os mesmos se tornam muito caros
Aula expositiva dialogada sobre a industrialização no Brasil:
- São Paulo, o setor agrícola, com o café: acumulação de capitais
- substituição da mão de obra escrava pela assalariada: paralelo com os EUA: A Guerra de Secessão ("Guerra Civil" (1861-1865)): a abolição da escravidão no Brasil (1888), o último país da América a fazê-lo
- consequente crescimento do Mercado Consumidor interno
O professor retomou a aula passada perguntando para a turma os principais aspectos dos conceitos de Artesanato e Manufatura.
Em seguida, em uma aula praticamente dividida em três momentos, a saber:
1) passou a explicar, através de aula expositiva dialogada, as diferenças entre técnica e tecnologia, fazendo uma esquematização no quadro magnético que representava as etapas, desde o artesanato, até chegar na Indústria Moderna. Fez isso para que, na sequência, pudesse explicar a:
2)Revolução Industrial. A respeito disso, foi visto o seguinte:
- a Revolução Industrial nãofoi uma revolução, mas sim, uma "revolução", pois, os donos continuaram a serem donos, enquanto os assalariados, continuaram a serem assalariados.
- Onde foi? Na Alemanha e Inglaterra
- Quando foi? Em 1750 (século XVIII)
- Como foi? Com o advento da Máquina a vapor, o trem "Maria Fumaça"
- Qual a Fonte de Energia? O carvão mineral
3) Concluindo a aula, o professor explicou como é classificada a Indústria Moderna:
- Indústria de Transformação: aquela que transforma a matéria prima em bens (nos diversos tipos de bens: ver aspecto do quadro magnético, nas fotografias, abaixo)
- Indústria Extrativa (ou Extrativista): aquela que extrai, de modo pesado, por exemplo, minério de ferro de enormes jazidas
- Indústria de Construção: a Indústria de Construção, como o nome também já indica, é aquela responsável por construir. Construir instalações de grande porte, tais como, portos, rodoviárias, estações ferroviárias, pontes e estradas. Essa indústria pode ser subdividida, em:
- Indústria de Construção Naval: fabricação de navios
- Indústria de Construção Civil: construção de prédios e casas
- Indústria de Construção Pesada: construção de grandes túneis, pontes, aeroportos e portos
Aspecto da esquematização feita pelo professor
Pontos principais da Rev. Industrial e da classificação da Industria Moderna
Continuação do principais pontos da classificação da Industria Moderna
Nesta aula, de posse dos Chromebooks da escola, os alunos deveriam concluir o que haviam iniciado na aula passada, publicando suas respostas no Mural da Turma.
Aula na qual o professor propôs a seguinte atividade de leitura e interpretação de texto: as atividades industriais no Brasil, tendo por base o texto retirado de "VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 6º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018", às páginas 76 a 80.
Aula de leitura e interpretação de textos, gráficos e quadros.
O professor passou 04 (quatro) perguntas no quadro de giz, que deveriam serem respondidas com base em "VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 56-57".
No quadro de giz foi escrito o seguinte:
A RESPEITO DO DESEMPREGO E DO SETOR INFORMAL, RESPONDA:
1) O desemprego no Brasil está diminuindo ou aumentando? Justifique a sua resposta com dados.
2) Quais as consequências do desemprego?
3) No setor informal o que as pessoas fazem? Como elas são registradas junto ao governo?
4) Como a terceirização impacta no setor informal?
::: AQUI :::, uma atividade remota válida pelo dia 23 de set., sexta-feira, no qual não tivemos aula presencial de Geografia em virtude do Conselho de Classe.
O professor ministrou aula expositiva dialogada sobre a Transição Demográfica.
Para ir além, é interessante assistir à videoaula abaixo:
Feito isso, o professor passou a explicar, com base na leitura de "VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 48-49" o comportamento da Taxa de Mortalidade no Brasil.
Para fechar a aula, sozinhos, os estudantes fizeram a leitura, interpretação e extração dos principais dados contidos no texto, supracitado, que versava sobre o comportamento da Taxa de Natalidade no Brasil, o que pode ser revisitado ::: AQUI :::.
Aula expositiva dialoga sobre o conceito de Densidade Demográfica.
Ainda por ocasião da Gincana, "1º Grito pela Sustentabilidade", da E.M.E.F. Porto Novo, os alunos utilizaram o último período do dia, Geografia, 9º, das 16h05min. às 17h, para realizar as últimas tarefas/ desafios.
Aula expositiva dialogada, com base na leitura, de "VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p. 44-45".
Aula expositiva dialogada sobre os conceitos de cidadania e democracia.
O professor explicou o que é ser um cidadão: aquele que sabe, conhece os seus direitos, e luta por eles, bem como, aquele que sabe, conhece os seus deveres, cumprindo-os.
Em seguida, o professor apresentou a crítica de Milton Santos (1926-2001) à cidadania brasileira, quando o geógrafo baiano fala, que: "No Brasil não há cidadãos".
Essa forte crítica trás consigo a noção de que o brasileiro não põe em prática sua plena cidadania, cobrando direitos, ampliando-os; também não está, em inúmeras vezes, disposto a cumprir deveres.
O professor ainda explicou a respeito da Carta Magna brasileira, a Constituição federal, promulgada, 1988, no Plenário do Congresso Federal, em Brasília.
Comentou a respeito do Art. 5º do texto, onde está escrito:
"Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade [...]"
E refletiu sobre isso, trazendo alguns exemplos práticos.
Em seguida, aos alunos, foi solicitada a leitura do livro didático e resolução de questões.
O referido material pode ser revisitado, ::: AQUI :::.
Nesta aula, os alunos participaram da organização dos tempos e espaços da "1ª Mostra Interna de Trabalhos (MIT)", da escola: colagem de cartazes, "banners", elaboração de circuito de trabalhos conforme a temática.
Em virtude disso, a turma 71 ficou atrasada em relação à turma 72.
Nesta aula, nos momentos iniciais, o professor fez uma fala retomando alguns aspectos da primeira aula do Ano Letivo; aula na qual o professor fez uma fala no sentido de instigar os alunos a estudarem com amor.
Em seguida, o professor passou à avaliação das tarefas solicitadas para o período de recesso.
Nesta aula, o professor procedeu a avaliação parcial do 2º trimestre, bem como, orientou os alunos a respeito das atividades a serem feitas no período de recesso.
O professor retomou os elementos principais do estudo da aula passada, explicando a relatividade do tamanho do PIB do Brasil frente a outros países, bem como, a relatividade desde "gigantismo" econômico.
Em seguida, o professor distribuiu folhas de papel que continham textos didáticos sobre a Distribuição de Renda, no Brasil.
O professor leu parte do texto - o início "Texto Complementar" - com os alunos, explicando, aprofundando e retirando dúvidas. O restante, da tarefa, leitura do texto, bem como, resolução das perguntas, os estudantes deverão concluir em casa e trazerem pronto para o dia 15 de jul..
Nos momentos iniciais da aula, o professor fez uma fala introduzindo os conceitos de PIB, PNB e renda per capita.
Em seguida, os alunos receberam "04" ("quatro") folhas contendo textos e quadros didáticos (retirados de VESENTINI, J. W.. Teláris Geografia, 7º ano: ensino fundamental, São Paulo: Ática, 2018, p27) relativos ao conteúdo.
ao longo do primeiro trimestre o professor não fez nenhuma postagem aqui... Isso será feito doravante, ao longo do 2º TRIMESTRE. Então, se algum de vocês quiser retomar o que foi visto ao longo do 1º TRIMESTRE, temos duas opções:
- acessar o mural da turma, ::: AQUI :::, clicando no "Post-It®" "Conteúdos"
- acessar o site da turma, ::: AQUI :::, e consultar a lista dos "Conteúdos Programáticos" respectivos.
INSTRUÇÃO: LEIA O TEXTO ABAIXO. AO FINAL DO MESMO, FAÇA O QUE SE PEDE:
APÓS TER LIDO O TEXTO ACIMA, RESPONDA:
1) O que os dados das pesquisas apontam, em termos socioeconômicos e demográficos, relativamente às mulheres das etnias afrodescendentes? Explique o porquê disso.
INSTRUÇÃO: LEIA O TEXTO ABAIXO. AO FINAL DO MESMO, FAÇA O QUE SE PEDE:
APÓS TER LIDO O TEXTO ACIMA, RESPONDA:
1) Em termos históricos, quais as migrações internas ou inter-regionais que merecem destaque? Em que direção elas se deram?
2) As migrações de nordestinos intensificaram-se em que décadas? Graças ai quê?
3) Quais as causas que levaram a milhares de nordestinos a migrarem?
4) À partir da década de 1980 alguns problemas levaram os nordestinos a migrarem para outras regiões do Brasil. Que problemas foram esses e que regiões eram essas?
5) Nos dias de hoje, como se comporta a migração dos nordestinos? Como ela é? Para onde?
INSTRUÇÃO: LEIA ATENTAMENTE O TEXTO ABAIXO, BEM COMO OBSERVE AS ILUSTRAÇÕES. AO FINAL, FAÇA O QUE SE PEDE:
APÓS TER LIDO O TEXTO ACIMA E OBSERVADO AS OLUSTRAÇÕES, RESPONDA:
1) No Brasil, o desemprego vem aumentando ou diminuindo? Como isso pode ser observado?
2) No Brasil, qual é a principal consequência do desemprego?
3) Afinal de contas o que é o Setor Informal?
4) O que é o INSS e qual o seu objetivo?
5) O que é a terceirização?
6) Pesquise…: com nome semelhante ao da pergunta anterior, o que é a terciarização?
7) Os brasileiros pagam muitos ou poucos impostos? Para que servem os impostos, e, no caso do Brasil, eles são revertidos em sua função original? Explique.
8) No mundo do trabalho e em termos de Brasil, o que tem ocorrido com trabalhadores mais velhos e mais jovens? Explique.
9) Segundo o texto, o que causa a expansão do Setor Informal?