segunda-feira, 31 de maio de 2021

ATIVIDADE DA 14ª SEMANA: de 31 de mai. a 04 de jun.:

INSTRUÇÃO: LEIA ATENTAMENTE OS TEXTOS ABAIXO, OBSERVE QUADRO E GRÁFICO. AO FINAL, FAÇA O QUE LHE É SOLICITADO:



APÓS TER LIDO O ATENTAMENTE OS TEXTOS ACIMA, BEM COMO, OBSERVADO O QUADRO E O GRÁFICO, RESPONDA:

1) O que é PIB, afinal?

2) Como o PIB é calculado?

3) No Brasil, quem calcula o PIB?

4) Quem criou o conceito de PIB?

5) O PIB foi criado, afinal, para quê?

6) Diferencie PIB de PNB.

7) O que é a renda per capta?

8) Alguns países que apresentam PIB’s elevados, por vezes, apresentam baixas rendas per capta, e, também, o contrário, alguns países que apresentam PIB’s baixos, por vezes, apresentam altas rendas per capta. Isso pode muito bem ser visto nos dois quadros acima. Por que isso ocorre? Explique.

9) Com base no gráfico acima, responda:

a) Qual unidade da federação apresenta a maior renda per capta?

b) Qual apresenta a menor?

segunda-feira, 24 de maio de 2021

ATIVIDADE DA 13ª SEMANA: de 24 a 28 de mai.:

INSTRUÇÃO: LEIA ATENTAMENTE OS TEXTOS ABAIXO, BEM COMO, OBSERVE OS MAPAS E INFOGRÁFICOS. AO FINAL, FAÇA O QUE SE PEDE:







APÓS TER LIDO OS TEXTOS ACIMA, OBSERVADO MAPAS E INFOGRÁFICOS, RESPONDA:

1) O que foram, afinal, as Capitanias Hereditárias?

2) O que é um solo de massapê? Qual cultura era plantada neste tipo de solo?

3) Como foi a expansão territorial do Brasil após o processo de independência (1822)?

segunda-feira, 17 de maio de 2021

ATIVIDADE DA 12ª SEMANA: de 17 a 21 de mai.:

INSTRUÇÃO: ASSISTA À AULA ABAIXO, E, EM SEGUIDA, FAÇA O QUE SE PEDE MAIS ABAIXO:


APÓS ASSISTIR À VÍDEO AULA ACIMA, RESPONDA:

1) Como as entradas e as bandeiras colaboraram para a expansão territorial do Brasil rumo ao oeste?

2) Quem foram os principais militares a liderar bandeiras e quais os seus objetivos?

3) Diferencie "Bandeiras" de "Entradas".

4) Quais atividades econômicas contribuíram para a expansão territorial no nordeste brasileiro?

5) Quantos e quais nomes o Brasil teve?

6) Por que, afinal, o Brasil se chama "Brasil"?

7) Qual foi a importância de Alexandre de Gusmão para o Tratado de Madri, e de qual instrumento ele se valeu?

8) Quais foram, em termos territoriais, as consequências do Tratado de Madri de expansão e de Tratado de Tordesilhas?

segunda-feira, 10 de maio de 2021

ATIVIDADE DA 11ª SEMANA: de 10 a 14 de mai.:

INSTRUÇÃO: ASSISTA À AULA ABAIXO, E, EM SEGUIDA, FAÇA O QUE SE PEDE MAIS ABAIXO:


APÓS ASSISTIR À VÍDEO AULA ACIMA, RESPONDA:

1) Qual foi o grande objetivo de Martim Afonso de Sousa?

2) O que eram, afinal, as Capitanias Hereditárias?

3) Quem foram os padres que participaram ativamente da colonização brasileira? Como eles agiram?

4) Como foi o governo de Mem de Sá?

segunda-feira, 3 de maio de 2021

ATIVIDADE DA 10ª SEMANA: de 03 a 07 de mai.:

INSTRUÇÃO: OUÇA A ÁUDIO AULA ABAIXO. EM SEGUIDA, FAÇA O QUE SE PEDE:

UMA VEZ TENDO OUVIDO A AULA ACIMA, RESPONDA:

1) O que foi o Governo-Geral?

2) Por que o Governo-Geral foi aplicado no Brasil?

3) Em que contexto econômico viviam Portugal e Espanha, quando da implantação do Governo-Geral? 

4) Quem eram os homens que tinham posição de no Governo-Geral e quais eram os seus "cargos"?

5) Qual foi, afinal, o papel da religião e da catequese no estabelecimento e na fixação dos primeiras populações no litoral brasileiro?

6) Quem foi Manuel da Nóbrega?

7) Quem foi José de Anchieta?

8) Como era a relação entre os jesuítas e os indígenas?

9) Como era a educação ministrada pelos jesuítas aos povos de então?

segunda-feira, 26 de abril de 2021

ATIVIDADE DA 9ª SEMANA: de 26 a 30 de abr.:

 INSTRUÇÃO: OUÇA A ÁUDIO AULA ABAIXO. EM SEGUIDA, FAÇA O QUE SE PEDE:



UMA VEZ TENDO OUVIDO A AULA ACIMA, RESPONDA:


1) De que forma Martim Afonso de Sousa contribuiu para o rumo que tomou a colonização no território que viria a ser o Brasil?

2) Qual era, por assim dizer, o principal objetivo da expedição de Martim Afonso de Sousa? "Acharam" o que queriam? Sim ou não? Por quê?

3) Em termos de espaço geográfico, quais foram os territórios que Martim Afonso de Sousa foi, digamos assim, sedimentando como sendo, definitivamente, da Coroa Portuguesa?

4) Em termos de território, quais eram as principais preocupações da Coroa Portuguesa?

5) Depois de toda a sua excursão qual foi o território brasileiro considerado, por Afonso de Sousa, como sendo estratégico? Por quê?

6) O que foram as Capitanias Hereditárias e por que receberam este nome?

7) Qual era o objetivo das Coroa Portuguesa com as Capitanias Hereditárias?

8) Em termos de transformação das terras intocadas que por aqui existiam, no período histórico que estamos estudando, quais eram as culturas (os cultivos) que proporcionaram o sucesso de algumas Capitanias Hereditárias?

9) Nosso território foi sendo moldado segundo leis; "leis" portuguesas; documentos que davam poder aos capitães-mores. Tais documentos lhes davam privilégios e deveres. Que documentos eram esses?

10) Em termos de espaço geográfico, qual era o nome dado às subdivisões (às "doações") que eram feitas dentro de uma Capitania Hereditária, dividindo-a...?

segunda-feira, 19 de abril de 2021

ATIVIDADE DA 8ª SEMANA: de 19 a 23 de abr.:

INSTRUÇÃO: OUÇA A ÁUDIO AULA ABAIXO. EM SEGUIDA, FAÇA O QUE SE PEDE:

UMA VEZ TENDO OUVIDO A AULA ACIMA, RESPONDA:

1) Como foram os primeiros contatos entre os europeus que aqui chegavam e nossos indígenas?

2) Como era a relação entre Portugal e as outras grandes nações conquistadoras de sua época?

3) No que se baseou a colonização em nossas terras?

4) O que eram as Feitorias?

5) O que foram as Capitanias Hereditárias?

6) Diferencie as Entradas das Bandeiras, explicando o que pretendiam cada uma delas.

segunda-feira, 12 de abril de 2021

ATIVIDADE DA 7ª SEMANA: de 12 a 16 de abr.:

INSTRUÇÃO: ASSISTA À AULA ABAIXO, E, EM SEGUIDA, FAÇA O QUE SE PEDE MAIS ABAIXO:


APÓS ASSISTIR À VÍDEO AULA ACIMA, RESPONDA:

1) Diferencie Limite Natural de Limite Artificial.

segunda-feira, 5 de abril de 2021

ATIVIDADE DA 6ª SEMANA: de 05 a 09 de abr.:

 INSTRUÇÃO: ASSISTA À AULA ABAIXO, E, EM SEGUIDA, FAÇA O QUE SE PEDE MAIS ABAIXO:

APÓS ASSISTIR À VÍDEO AULA ACIMA, RESPONDA:

1) Conceitue Fronteira.

2) Conceitue Limite.

3) Diferencie limites naturais de limites artificiais.

segunda-feira, 29 de março de 2021

ATIVIDADE DA 5ª SEMANA: de 29 de mar. a 1º de abr.:

INSTRUÇÃO: ASSISTA À AULA ABAIXO, E, EM SEGUIDA, FAÇA O QUE SE PEDE MAIS ABAIXO:


APÓS ASSISTIR À VÍDEO AULA ACIMA, RESPONDA:

1) É possível existir uma Nação sem Estado? E um Estado sem Nação, pode existir?

segunda-feira, 22 de março de 2021

ATIVIDADE DA 4ª SEMANA: de 22 a 26 de mar.:

 INSTRUÇÃO: OUÇA A ÁUDIO AULA ABAIXO. EM SEGUIDA, FAÇA O QUE SE PEDE:


UMA VEZ TENDO OUVIDO A AULA ACIMA, RESPONDA:

1) Quando é que o chamado Estado moderno teve seu início?

2) Qual é afinal a singularidade do projeto estatal?

3) O que é, afinal, necessário, básico, para que uma "Estado" seja, de fato, um *Estado*?

segunda-feira, 15 de março de 2021

ATIVIDADE DA 3ª SEMANA: de 15 a 19 de mar.:

INSTRUÇÃO 1: ANTES DE LER OS TEXTOS QUE SEGUEM, ANTES DE TUDO, RESPONDA ÀS QUESTÕES QUE ESTÃO IMEDIATAMENTE ABAIXO:

1) Semana passada nós lemos a narrativa de uma etnia indígena a repeito de como eles vêem a “criação”, era um mito do povo munduruku…: agora, reflita…: como um munduruku se torna um munduruku?

2) Você que está lendo estas linhas é brasileiro? O.k.. Mas, você se sente brasileiro? O que faz de você um brasileiro?

3) Você conhece os termos etnia, mito e povo? O que eles querem dizer para você?


INSTRUÇÃO 2: APÓS TER RESPONDIDO ÀS QUESTÕES ACIMA, LEIA OS TEXTOS QUE SE SEGUEM, ABAIXO, E, AO FINAL, FAÇA O QUE SE PEDE:




segunda-feira, 8 de março de 2021

ATIVIDADE DA 2ª SEMANA: de 08 a 12 de mar.:

INSTRUÇÃO: LEIA O TEXTO ABAIXO, E, EM SEGUIDA, FAÇA O QUE SE PEDE AO FINAL DO MESMO:

Do mundo do centro da Terra ao mundo de cima 

Povo Munduruku (Mito Tupi)

O CRIADOR DE TUDO


    No antigo tempo da criação do mundo com toda sua beleza, os Munduruku viviam dispersos, sem unidade e guerreando entre si. Esta era uma situação muito ruim que tornava a vida mais difícil e indócil. Foi aí que ressurgiu Karú-Sakaibê, o Grande Criador, que já havia realizado tantas coisas boas para este povo.

    Contam os velhos que foi ele quem criara as montanhas e as rochas soprando em penas fincadas no chão. Eram também criações dele os rios, as árvores, os animais, as aves do céu e os peixes que habitam todos os rios e igarapés.

    Karú-Sakaibê, tendo percebido que o povo que ele criara não estava unido, decidiu voltar para unificá-lo e lembrá-lo como havia sido trazido do fundo da terra quando ele decidiu enfeitar a terra com gente que pudesse cuidar da obra que criara.

    Assim contam os velhos sobre a vinda dos Munduruku ao mundo de cima: Karú-Sakaibê andava pelo mundo sempre em companhia de seu fiel amigo Rairu, que embora fosse muito poderoso, gostava de brincar e se divertir. Um dia, Rairu fez uma figura de tatu juntando folhas, gravetos e cipós. Era uma imitação perfeita. Tão perfeita que o jovem brincalhão resolveu colá-lo com resina feita com cera de mel de abelha para que seu desenho nunca desaparecesse. Para secar a resina Rairu enterrou seu "tatu" embaixo da terra deixando apenas o rabo para fora. Porém, quando ele tentou, depois de algum tempo, retirar sua mão do rabo não conseguiu, pois a resina havia secado e ele ficara grudado no rabo do tatu.

    Como Rairu tinha um grande poder, deu vida ao desenho e este, em vez de querer sair do buraco, foi adentrando-se cada vez mais, carregando consigo o pobre rapaz preso ao seu rabo. Por mais que tentasse se soltar não conseguia. O tatu-desenho foi cada vez mais fundo e quando chegou ao centro da terra, Rairu encontrou muita gente que por lá morava. Tinha gente de todo jeito: algumas eram bonitas, outras eram feias; algumas eram boas e outras eram más e preguiçosas.

    Rairu ficou tão impressionado com aquilo que decidiu sair rapidamente do buraco para contar a Karú-Sakaibê, que já devia estar preocupado com sua demora. E estava mesmo. Karú irritou-se tanto com seu companheiro que decidiu castigá-lo, batendo nele com um pedaço de pau. Para se defender o jovem contou sua aventura ao centro da terra e como ele havia encontrado gente lá. Estas palavras chamaram a atenção de Karú, que decidiu trazer toda esta gente para o mundo decima.

    Rairu ainda perguntou como poderiam fazer isso se eles estavam tão longe. O herói criador nem sequer deu ouvido ao jovem. Começou a fazer uma pelota e enrolá-la na mão. Em seguida jogou a pelota no chão e imediatamente nasceu um pé de algodão. Colheu, então, o algodão e com suas fibras fez uma corda que passou na cintura de Rairu e ordenou que fosse ao centro da terra buscar as pessoas que ele vira.

    Rairu desceu pelo mesmo buraco do tatu. Quando chegou reuniu todo mundo e falou das maravilhas que havia no mundo de cima e que queria que todos subissem pela corda para conhecer este novo mundo. Os primeiros a subir foram os feios e os preguiçosos, porque estes imaginavam que iam encontrar alimento com muita facilidade nunca mais precisariam trabalhar. Depois subiram os bonitos e formosos. No entanto, quando estes últimos já estavam quase alcançando o topo, a corda arrebentou e um grande número de gente bonita caiu no buraco e permaneceu vivendo no fundo da terra.

    Como eram muitos, Karú- Sakaibê quis diferenciá-los uns dos outros. Para que uns fossem Munduruku, outros Mura, arara, Mawé, Panamá, Kaiapó e assim por diante. Cada um seria de um povo diferente. Fez isso pintando uns de verde, outros de vermelho, outros de amarelo e outros de preto.

    No entanto, enquanto Karú pintava um por um, os que eram feios e preguiçosos adormeceram.

    Esta atitude das pessoas feias irritou profundamente o herói criador. Como castigo por sua preguiça, Karú-Sakaibê os transformou em passarinhos, porcos do mato, borboletas e em outros bichos que passaram a habitar a floresta.

    No entanto, àqueles que não eram preguiçosos ele disse: 

    - Vocês serão o começo, o princípio de novos tempos e seus filhos e os filhos de seus filhos serão valentes e fortes.

    E para presenteá-los por sua lealdade, o grande herói preparou o campo, semeou e mandou chuva para regá-lo. E tão logo a chuva caiu nasceram a mandioca, o milho, o cará, a batata-doce, o algodão, as plantas medicinais e muitas outras que servem, até os dias de hoje, de alimento para esta gente. Ainda os ensinou a construir os fornos para preparar a farinha.

    Contam nossos avós que foi assim que Karú-Sakaibê transformou a grande nação Munduruku num povo forte, valente e poderoso... 

(MUNDUKURU, Daniel. Contos Indígenas Brasileiros. São Paulo: Global Editora, 2005. p. 8-12)


GLOSSÁRIO

Munduruku: Significa Formigas Gigantes ou Compridas por ser conhecido como um povo guerreiro e poderoso. Está presente nos estados do Pará, Amazonas e Mato Grosso, totalizando aproximadamente 12 mil pessoas. Seu contato com a cidade já é de 250 anos e, apesar deste contato antigo, mantém sua cultura e tradição através de rituais e de sua língua. (Usam a língua Munduruku, do tronco Tupi) 

Karú-Sakaibê: É dessa forma que o povo Munduruku denomina seu herói criador e civilizador. 

Rairu: Era o fiel companheiro de Karú-Sakaibê, uma espécie de assistente na obra da criação. 

Igarapé: Significa pequeno córrego. São braços de um grande rio, onde normalmente estão localizadas as aldeias Munduruku. 

Cará: tipo de tubérculo (batata) comestível.

Mura, Mawé, Arara, Panamá, Kaiapó: Denominação de alguns povos indígenas que são vizinhos dos Munduruku.


APÓS TER LIDO O TEXTO ACIMA, RESPONDA:

1) Você acha que o povo munduruku tem razão em dizer que todos fomos trazidos do fundo da terra? Justifique a sua resposta.

2) Você acha que os mundurukus estão certos ao afirmar que deveríamos cuidar da obra que foi criada? Justifique a sua resposta.

3) Quais são as diferenças entre este tipo de narrativa, e, por exemplo, a teoria do Big Bang?

segunda-feira, 1 de março de 2021

ATIVIDADE DA 1ª SEMANA: de 1º a 5 de mar.:

 Prezados estudantes, 

para esta semana, os professores, em conjunto, pensaram, para todas as turmas, a atividade que está logo abaixo. 

Quando elaboramos ela, tivemos em mente o aniversário de nossa escola, comemorado no  dia 02, a questão da dificuldade de estudar em tempos de pandemia e o nosso projeto didático-pedagógico, o Projeto Compaixão.

Assim, surgiu a atividade a seguir, à qual vocês podem responder e encaminhar, por: E-Mail, Whatsapp da escola, nos comentários da presente postagem, em nosso "Grupo de Estudos Fechado, do Facebook", enfim, há diversas formas de vocês responderem as questões que pensamos para vocês refletirem.

Bons estudos!!!

ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR E DE MANUTENÇÃO DE VÍNCULO

ATIVIDADE SEMANAL: 1ª SEMANA

ATIVIDADE SOBRE O ESTUDAR E SOBRE A ESCOLA 


“O apaixonado está em ruptura com o poder político” (RIBEIRO, Renato Janine. A paixão revolucionária e a paixão amorosa em Stendhal.  In: Os sentidos da paixão. São Paulo: Companhia das letras, 1988.)


Vivemos em uma sociedade onde as diferenças sociais aumentam visivelmente a cada dia. 



Em um país com quase 210.000.000 de habitantes (isso mesmo, duzentos e dez MILHÕES!) existem QUARENTA E DUAS PESSOAS que lucraram mais do que os 68 milhões de beneficiários do auxílio emergencial receberam juntos!

Na educação, a cada 100 alunos, 18 estudam em escolas particulares, enquanto os outros 82 estudam em escolas públicas.

Os alunos de escolas particulares, em famílias que podem arcar com custos escolares que variam de 700 a 3000 reais por mês, estão tendo aulas em reuniões de MEET, com atendimentos em grupo, individuais, com tutores e professores particulares.

Um reflexo claro disso foi o que aconteceu com o ENEM do ano passado. Foram tantos alunos que não se sentiram preparados que 71 a cada 100 dos inscritos nem fez as provas. 



Vocês acham que foram os alunos de escolas particulares ou os das públicas que não foram?

Nós, professores, que estamos preocupados com a aprendizagem de vocês, preocupados em diminuir essas diferenças sociais, queremos saber de vocês como vocês estão se vendo diante desse panorama. No ano passado, muitos alunos tiveram dificuldades com a Plataforma Córtex, com as atividades à distância, com as atividades impressas.

Foram poucos alunos que efetivamente buscaram realizar todas as tarefas, pesquisar, estudar.

Então, para essa semana, queremos ouvir de vocês:

    1. O que você espera das atividades a distância da escola, e o que nós, professores, poderíamos fazer para facilitar sua participação?

    2. Como você vê a transformação da sociedade durante a pandemia, e o que você está fazendo por você mesmo para não ser mais uma vítima dessa exclusão?

    3. Que transformações no espaço geográfico do seu bairro estão ocorrendo, e o que isso implica na vida diária, no lazer e na prática de esportes?

    4. Como você vê a importância da educação nesse momento?

    5. Que outras dificuldades são tão marcantes quanto o ato de estudar?

    6. O que essa imagem diz para você? 

(frase do economista, jornalista e professor argentino Tomás Bulat (1964-2015))

    7. 02/03 é aniversário da Escola Porto Novo. O que a Escola significa para você?  

INÍCIO DO ANO LETIVO DE 2021!!!

Prezados, 
eis que se inicia o nosso Ano Letivo, o nosso Semestre!!!
Fiquem ligados que, em breve, teremos, também por aqui, materiais para o estudo de vocês!!!
Atte.,

Prof. Donarte.


quinta-feira, 12 de março de 2020

3ª aula: o que faz do Brasil, Brasil (Desenvolvimento).

O professor retomou a aula passada. Em seguida, através de aula expositiva dialogada, passou a explicar:

► Como o Brasil foi formado?

Herder (1744-1803): um país forma-se, por assim dizer, de baixo para cima (povo → cultura → nação → Estado).
Johann Gottfried von Herder (1744-1803)
Fonte: Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Johann_Gottfried_von_Herder>. Acesso em 12 de mar., 2020.


Renan (1326-1892): uma país é formado, por assim dizer, de cima para baixo (Estado → nação → cultura → povo)
Joseph Ernest Renan (1326-1892)
Fonte: Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Ernest_Renan>. Acesso em 12 de mar., 2020.

→ o papel da língua no Brasil
→ o papel do futebol no Brasil
► conceito de Estado:
→ a necessidade de, para ser Estado:
- Povo
- Território
- Soberania
→ O Povo:
- conceito de Etnia: conjunto de pessoas que, mais ou menos fixas no tempo e no espaço, comungam da mesma cultura, e, por  vezes, guardam os mesmos traços morfológicos. (cf. ETNIA. In: DORTIER, Dicionário de Ciências Humanas, 2010, p. 189).


REFERÊNCIAS:

DORTIER, Jean-François. Dicionário de Ciências Humanas. Tradução Márcia Valéria Martinez de Aguiar. São Paulo: Editora WMF e Martins Fontes, 2010, 730 p.

ERNEST RENAN. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2019. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ernest_Renan&oldid=55164409>. Acesso em: 16 mai. 2019.

JOHANN GOTTFRIED VON HERDER. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2019. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Johann_Gottfried_von_Herder&oldid=55411275>. Acesso em: 5 jun. 2019.

sexta-feira, 6 de março de 2020

2ª aula: O que é ser brasileiro? (Introdução).)

O professor retomou a aula passada.
Em seguida, conferiu quem havia e quem não havia feito o tema de casa.
Feito isso, passou a identificar listando, no quadro de giz, os principais elementos que constituem o que é ser brasileiro. Fez isso com base nas respostas dos temas dos estudante, bem como, em aula expositiva dialogada.
Sugere-se ainda que os estudantes assistam aos documentários abaixo:

O que faz o brasil, BRASIL? - DOCUMENTÁRIO
Fonte: Disponível em: <https://youtu.be/JzxW0_SSabk>. Acesso em 06 de mar., 2020.



Identidade nacional: o que é 'ser brasileiro'
Fonte: Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=Q9LIEDRmlcE>. Acesso em 06 de mar., 2020.



terça-feira, 3 de março de 2020

1ª aula: combinações, apresentação do conteúdo e início do estudo de Brasil.

Fala do professor com as combinações p ara o ano letivo.
Em seguida, foi feita a apresentação do que será estudado ao longo do ano letivo.
Nesta data, estavam previstos dois períodos. Entretanto, a escola promoveu, no recreio, que foi estendido, o "Bailinho de Carnaval". Assim, não houve como, da mesma forma como foi feito em outras turmas, introduzir o conteúdo de forma mais volumosa.
Entrementes, para que o estudo de Brasil fosse introduzido, o professor solicitou o seguinte tema de casa:

→ Reflita, pense e responda: o que nos faz brasileiros?

Para se antecipar o estudo e ir além um pouco, sugere-se que o estudante assista ao documentário, abaixo:

Atenção: o documentário está dividido em três partes.
Fonte: Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=eqsgtA0KhSQ>. Acesso em 03 de mar., 2020.

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Regionalização do Brasil: introdução (7ª aula):

Dia chuvoso. Muitos alunos faltando. Nesta aula, tomando por base a leitura e a interpretação dos textos das páginas 28 e 29 de "FURQUIM JÚNIOR, Laércio. Geografia Cidadã, 7º ano. São Paulo: AJS, 2015, p. 10-19" (ver, abaixo), o professor procedeu à explicação do conceito de região, bem como, analisou os critérios por detrás da regionalização geoeconômica (1960) do Brasil.


FURQUIM JÚNIOR, Laércio. Geografia Cidadã, 7º ano. São Paulo: AJS, 2015, p. 28

FURQUIM JÚNIOR, Laércio. Geografia Cidadã, 7º ano. São Paulo: AJS, 2015, p. 29

terça-feira, 2 de abril de 2019

A República Federativa do Brasil (6ª aula)::

O professor concluiu a explicação a respeito de o que é uma República, e, em seguida, a respectiva explicação acerca de o que é uma Federação. Explicou, também, porque o nome do Brasil é Brasil.

A respeito de o que é uma República, é interessante ver o vídeo, abaixo, onde o "Procurador Federal", da Advocacia-Geral da União (AGU), explica que não devemos confundir a República (que é forma de governo) com o "regime" ser "autoritário" ou "democrático", bem como, explica que não se pode confundir a forma de governo (República) com o sistema, que pode ser presidencialista ou parlamentarista.


 Da mesma forma, no que diz respeito a uma Federação, é também interessante assistir ao vídeo gravado pela AGU, abaixo:



sexta-feira, 29 de março de 2019

A República Federativa do Brasil & "Hora da Leitura" (5ª aula)::

Nesta aula, através de aula expositiva dialogada, o professor apresentou o nome oficial do Brasil (República Federativa do Brasil), bem como, introduziu a explicação do primeiro dos três conceitos: a República.

Em seguida, houve a "hora da leitura", período em que os alunos recebem livros, e, em silêncio, perfazem a leitura dos mesmos.

terça-feira, 26 de março de 2019

Fala do prof. sobre a greve, leis ("Legislativo (também Judiciário e Executivo)"), e, "O Aniversário de Porto Alegre" (4ª aula):

Nesta aula o professor fez uma fala no sentido de explicar o porquê de os servidores municipais de Porto Alegre estarem em grave. Falou sobre a lei proposta pelo executivo da cidade, votada e aprovada pelo legislativo do município, que altera o plano de carreira dos trabalhadores da capital gaúcha.

::: N.B.1: TUDO ISSO FOI FEITO SEM PROSELITISMO :::

Em seguida, utilizando-se deste exemplo e deste contexto, o professor, através de aula expositiva dialogada, explicou quais as funções do "legislativo", e, também, do "judiciário" e do "executivo", remontando este entendimento a Montesquieu (1689-1750), o seu livro "O Espírito e as Leis" e ao Absolutismo, fazendo a necessária comparação entre as vantagens  e desvantagens entre os sistemas republicanos e monárquicos e como isso foi pensado e criticado pelo Iluminismo.

Foi desenhada no quadro de giz a "pirâmide social" tipica de uma nação absolutista (ver ilustração abaixo (Figura 1)) e o poder concentrado na mão de um rei que, sozinho, é o que legisla, julga  e executa (ver ilustração abaixo (Figura 2)):

Figura 1: Exemplo típico de como se estruturava uma sociedade monárquica no passado, e.g., séc. XVI.


Figura 2: ilustração que procura mostrar que, se o chefe de Estado detém as três esperas de poderes, ele, então, é um rei ("ditador", "imperador", etc.).


Concluído este assunto (::: N.B.2: TUDO ISSO FOI FEITO SEM PROSELITISMO :::), que certamente será retomado na sequência do ano letivo, o professor passou ao tema específico que havia sido planejado para a aula de hoje, qual seja: o do aniversário de Porto Alegre.

Assim, através de aula expositiva dialogada, foram vistos e explicados os seguintes elementos:

→ Por lei, o aniversário de Porto Alegre, é: 26 de março, sendo seu ano de "fundação", considerado o de 1772,  levando em conta a chegada de 60 casais de açorianos. Em sendo assim, neste ano, 2019, Porto Alegre estaria comemorando 247 anos

→ Porém, há um elemento histórico que pode contestar a data acima: qual seja: a a Carta de Sesmaria expedida a Jerônimo Dorneles de Menezes e Vasconcelos, a 5 de novembro de 1740.  Neste caso, Porto alegre seria mais antiga, comemorando só em novembro do presente ano (2019), seus 279 anos.

→ Existe, ainda, outra data histórica que poderia, muito bem, ser considerada como a data de aniversário da capital dos gaúchos, a saber: a que nos chega desde  que os açorianos foram chamados de Santa Catarina, onde haviam se estabelecido, para, finalmente, tomar posse das terras mais ao sul, graças tratado firmado entre Portugal e Espanha, o "Tratado de Madri". E esse ano é o de 1750. No entanto, nesta época, eclodiram as chamadas "Guerras Guaraníticas" (1753-1756), tendo estes imigrantes ficado em algum lugar de localização controvertida na península que viria a ser Porto Alegre. Em sendo assim, Porto Alegre teria 269 anos.

→ Para concluir de modo provisório, o problema com a "versão oficial", a primeira apresentada, aqui, é o de que ela nos chegas desde o ano de 1940, quando o geógrafo, professor Dr. Tupi Caldas, apresentou, no "III Congresso Sul Riograndense de História e Geografia", um trabalho, no qual anexava um mapa com o insipiente traçado das ruas de Porto Alegre. O mapa seria de autoria do engenheiro militar Alexandre José Montanha, que teria sido elaborado no ano de 1772. Ocorre que o mapa apresentado por Caldas era uma cópia e o original nunca foi encontrado.

Tendo feita esta apresentação dialogada, o professor convidou os alunos a pensarem com a pergunta "como ou quando nasce uma cidade?".

O fechamento ficou para a próxima aula.

sexta-feira, 22 de março de 2019

O Sentido do Estudar: parte 3 (3ª aula)):

Nesta aula, através de aula expositiva dialogada, o professor concluiu, como fez em anos anteriores, as reflexões sobre a importância do estudar.

De tema de casa, o professor solicitou que os estudantes "invertessem" a pergunta "o que eu quero da vida?".

terça-feira, 19 de março de 2019

O Sentido do Estudar: parte 2 (2ª aula)):

O professor retomou a primeira aula e solicitou para que cada aluno lesse seu texto para o grande grupo, para que se pudesse apreciar como ele tinha imaginado o futuro da personalidade oculta.

Feito isso, após os que "adotaram", por assim dizer, a "personalidade 1" terem lido seus textos, o professor a revelou: era Joaquim Barbosa. Isso foi feito de igual modo para as demais personalidade, 2, 3 e 4, que eram, respectivamente: Daiane dos Santos, Gisele Bündchen e Alok. 

Feito isso, iniciou-se uma conversa a respeito do estudo e do conhecimento necessários à carreira de cada uma destas personalidades, bem como, a questão do ser "bem sucedido" ou não. 

Feito isso, o professor apresentou a ideia contida no livro "Escritos sobre educação", de Nietzsche, a saber: "as pessoas deveriam estudar para elas mesmas e não para [outrem, Mercado ou Estado]..."... 

sexta-feira, 15 de março de 2019

O Sentido do Estudar: parte 1 (1ª aula)):

Nesta primeira aula o professor se apresentou, combinou como quer que os estudantes tenham seus cadernos, as formas que utilizará para avaliar, as normas de convivência e as de disciplina.

Em seguida, conduziu uma dinâmica que consistia em apresentar, sucintamente, quatro personalidade brasileiras, contudo sem revelá-las.

Com base na breve apresentação, individualmente, os estuantes deveriam escolher uma das personalidades e fazer um exercício de reescrever a trajetória da mesma. Ou seja, deveriam inventar como se deu a continuidade da vida daquela pessoa, o que foi acontecendo com ela ao longo do caminho dela, quais escolhas ela tomou, e, sobretudo, como ela está hoje.

O professor deu o devido tempo para que os estudantes elaborassem as suas criações, sob a forma de textos e os orientou.

Os alunos concluíram a tarefa.

O restante da dinâmica será desenvolvido na próxima aula, dia 18, segunda-feira.

terça-feira, 12 de junho de 2018

Vigésima Segunda aula!

Em virtude da forte chuva que se abateu sobre a capital do Estado, bem como, nas cidades do interior, muitos alunos faltaram.

Assim, o professor não deu sequência na leitura do livro, mas sim, procedeu ao estudo e interpretação de texto retirado do livro didático, a saber: "A Formação do Povo Brasileiro".

Foram vistos os seguintes elementos:

- as etnias e povos indígenas que compunham o nosso território na época do "descobrimento"
- o genocídio indígena
- a miscigenação do povo brasileiro, segundo Darcy Ribeiro 

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Vigésima Primeira aula!

O professor recolheu as redações solicitadas na aula anterior, carimbando os cadernos com o carimbo azul para quem tinha realizado a tarefa; vermelho, para quem não havia escrito o texto.

Em seguida, o professor solicitou que os estudantes elaborassem a sua autoavaliação.

Muito não conseguiram concluir o novo texto no tempo estipulado, tendo o mesmo ficado, como "tema de casa", para ser entregue na próxima aula.

No segundo momento da aula, em virtude do "Dia Mundial do Meio Ambiente", que, este ano, tem como mensagem central a poluição plástica, principalmente nos oceanos, o professor ministrou aula expositiva dialogada sobre o lixo plástico e seus perigos.

O mote foi retirado do livro "50 pequenas coisas que vocês pode fazer para salvar a Terra", do item 10 ("dez"): "Evite as Sacolas Plásticas".


 Tendo os dados sido atualizados pelo professor.

terça-feira, 5 de junho de 2018

Vigésima aula!

Ainda tendo como base o capítulo iniciado na penúltima aula e estudado ainda na aula anterior, o professor retomou alguns aspectos do que foi visto, e, imediatamente, deu sequência na leitura.

O capítulo foi praticamente concluído, tendo sido pontuados os seguintes elementos que emergiram da leitura:

- no Brasil, diferentemente dos EUA, há um preconceito "escondido"
- no Brasil, conforme Florestan Fernandes, há o "preconceito do preconceito"
- este tipo de preconceito "à brasileira" é mais difícil de ser combatido

Para integrar as noções vistas, o professor solicitou o seguinte tema de casa:

"Com base na aula de hoje e na respectiva leitura, elabore uma reflexão: como os jovens sentem o preconceito nas esferas cultural, "racial", socioeconômica, entre outras, e como ele pode se libertar disso?"  

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Décima Nona aula!

Ainda com base na leitura do capítulo que foi iniciado na última aula, o professor fez alguns comentários pertinentes a repeito de elementos que emergem do texto, a saber:

- que ser humano não tem raça; cavalos, cães e gatos têm raça, ser humano, não. Ser humano tem Gênero, Espécie e subespécie, a saber: Homo, Sapiens, sapiens.

- que, se ainda que errado, for necessário o uso do termo raça, estas seriam, segundo antigas denominações, tais como as de Lineu, as seguintes:

> negroides
> caucasianos
> mongoloides   

- com base no exposto acima, o professor construiu o conceito de etnia.


terça-feira, 22 de maio de 2018

Décima Oitava aula!

Nesta aula, como nas demais, através da dinâmica da Roda de Leitura, foi lido o capítulo "A Ilusão das Relações Raciais".

Deste capítulo foram retiradas as seguintes noções:

- a frase "O Brasil é inferno dos negros, purgatório dos brancos e paraíso dos mulatos e das mulatas", retirada do escrito "Cultura e Opulência no Brasil", de André João Antonil, bem como o seu significado. 


- Com base nas perguntas dos alunos, o professor comentou, ainda, outra obra (em se tratando das letras (vide aulas passadas 14a e 16a aulas)), qual seja, "O Cortiço", de Aluísio de Azevedo e a diferenciação entre as personagens Bertoleza e Rita Baiana.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Décima Sétima aula!

Através da dinâmica da Roda de Leitura, prosseguimento na leitura da obra "O que faz do Brasil, Brasil?", conforme está sendo feito desde as últimas aulas.

Nesta aula, foi concluído o capítulo "A Casa, a Rua e o Trabalho".

À medida em que a obra era lida, o professor fazia os comentários pertinentes.

terça-feira, 15 de maio de 2018

Décima Sexta aula!

Como desde o início do Ano Letivo o professor vem instigando os estudantes a (re)construírem uma resposta para a pergunta "o que nos faz brasileiros?", e, como, da obra escolhida para ser estudada ("O que faz do Brasil, Brasil?"), do antropólogo carioca Roberto da Matta, emergiu a noção das letras, ciência e artes como elementos centrais que constituem uma sociedade, o professor ministrou aula expositiva dialogada, ainda, sobre a questão das artes, especificamente, sobre os "Negros Pintores" brasileiros.   

Foram citados os trabalhos de Horácio Hora (1853-1890), com o seu "Pery e Cecy", e, Benedito José de Andrade (1906-1979), com o seu "Briga de Galo", que, por sua vez, foram "citados", de certo modo, na HQ "Jeremias".

Obs.: os supramencionados pintores foram retirados da obra "CALÇA, Rafael. Jeremias: Pele. São Paulo: Panini Brasil, 2018" (ISBN: 978-426-1095-6 (capa dura)). Sugere-se que se leia sobre ela (no final da presente postagem), e, ainda ela própria, que, em seguida, segundo o professor de Matemática, Anderson Santos, estará chegando (cinco exemplares) na biblioteca da escola. 

CECY e Peri. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2018. Disponível em: <http://enciclopedia.itaucultural.org.br/obra7038/cecy-e-peri>. Acesso em: 22 de Mai. 2018. Verbete da Enciclopédia.
ISBN: 978-85-7979-060-7

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Décima Quinta aula!

O professor passou de classe em classe conferindo quem havia e quem não havia feito o "tema de casa". 

Com base no que alguns alunos colocaram em suas respostas, iniciou-se a apresentação de um dos aspectos quem fazem o Brasil ser Brasil, a saber: as letras...

O professor através de aula expositiva dialogada, explicou o que é a Academia de Letras. Falou de seus patronos, e, a respeito disso, solicitou nova pesquisa acerca do tema. 

terça-feira, 8 de maio de 2018

Décima Quarta aula!

Aula em que, através da dinâmica da Roda de Leitura, professor e estudantes leram juntos a obra escolhida para este "semestre" do "Ano Letivo", a saber: 

DA MATTA, Roberto. O que faz o Brasil, Brasil? Rio de Janeiro: Rocco, 2001.

À medida em que a leitura era feita, o professor ia fazendo os comentários pertinentes, retirando dúvidas e aprofundando as questões.

O professor explicou, diferenciando e exemplificando, os termos tempo e temporalidade utilizados por Da Matta ainda na "introdução" do livro.

Foi explicado, também, a questão de que, segundo Da Matta, para uma sociedade ser considerada, de fato, uma sociedade, ela necessita ter, três elementos, a saber:

- a ciência
- as letras
- as artes

 De tema de casa, foi solicitado que os alunos pesquisassem a respeito de ciência, letras e artes genuinamente brasileiras.


quinta-feira, 3 de maio de 2018

Décima Terceira aula!

Aula em que o professor fez as combinações para a montagem do "Grupo de Estudos" da turma no Whatsapp.

O professor tem feito de tudo para proporcionar espaços variados de encontro com aquilo que é estudado na escola, também fora dela. Assim, "Grupos de Estudo" em "redes sociais", tais como, a do Facebook, blog's (tal como este que é lido no momento) e "grupos" no Whatsapp estão sendo implementados pelo educador; o professor tem de (ou, ao menos, hoje em dia, pode) alcançar o estudante lá onde ele está.

Como ocorreu de a turma concordar com a ideia, o professor passou a anotar os números de telefone celular dos estudantes, bem como, de seus pais e/ ou responsáveis; é interessante também que os pais e/ ou responsáveis saibam que os estudantes dispõem de espaços nos quais podem incrementar os seus estudos em casa.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Décima Segunda aula!

Nesta aula, os acadêmicos de Psicologia, da Pontifícia Universidade Católica do rio Grande do Sul (PUCRS), utilizaram 2/3 do período para aplicarem a sua pesquisa, que, por sua vez, visa coletar dados acerca do aprendizado dos estudantes segundos as diferentes faixas etárias e Ano-Ciclo no qual se encontram.

No termo de consentimento esclarecido, é possível se ler:

Objetivos da Pesquisa: nosso objetivo é desenvolver um teste de desempenho escolar que contribua com a comunidade escolar, professores e pais, oferecendo a caracterização de um perfil inicial de habilidades de leitura, de escrita e de aritmética. Verificaremos, ainda, Verificaremos, ainda, se há relações do desempenho escolar com o processamento de funções cognitivas, tais como atenção concentrada, linguagem oral, pensamento lógico, memória, planejamento, resolução de problemas, flexibilidade mental e controle inibitório.
Procedimentos: você responderá questionários socioculturais (questões sobre hábitos de leitura e escrita, condições gerais de saúde e nível socioeconômico). Seu(ua) filho(a) realizará algumas tarefas de lápis e papel semelhantes às da escola, com palavras números e figuras. Estas atividades serão realizadas na escola, em horário de aula a partir da concordância dos professores de que seu(ua) filho(a) não será prejudicado(a), em uma seção coletiva de aproximadamente 40 minutos. Estima-se que a maioria dos estudantes resolverá as atividades em menos tempo. A participação é voluntária. Seu filho(a) só realizará as atividades se concordar e mediante sua autorização. 

A pesquisa é orientada pelas professoras doutoras, Lilian M. Stein, Rochele P. Fonseca e Claudia H. Giacomoni, como se pode ver em foto que revela aspectos do "termo" acima citado:



No minutos finais, o professor, que viu que um ditado foi aplicado pelos supramencionados universitários, conversou com os estudantes a respeito do ato de ler e do ato de escrever.

terça-feira, 24 de abril de 2018

Décima Primeira aula!

O professor fez as combinações relativas as leituras do Ano Letivo.

O livro escolhido para a primeira leitura, é: "O que faz do Brasil, Brasil?", de Roberto da Matta

Foi passada uma folha de papel na qual os alunos anotaram os seus números de telefone celular, para que o professor criasse o "Grupo de Estudos" da turma, no Whatsapp.




quinta-feira, 19 de abril de 2018

Décima aula!

O professor passou de classe em classe conferindo quem havia e quem não havia feito o "tema de casa".

Em seguida, corrigiu as questões.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Nona aula!

Um leitor mais atento, perceberá que, na "sexta aula", foi instruído um conceito, por assim dizer, clássico de o que é Estado: com os seguintes elementos:

- povo
- território
- soberania

Em seguida, na "sétima aula", foi esmiuçado o elemento povo daquele deste conceito, bem como, na "oitava aula", buscou concluir isso.

Na presente aula, salientou-se o elemento território do conceito.

Foi instruído que o território não é somente o terreno, o sítio em si. Mas, que território pode ser, também, inclusive, ampliado, por assim dizer, quando de uma intervenção militar, por exemplo.

Neste ponto, o professor aproveitou para se utilizar, como exemplo, do caso da Síria, que é bastante hodierno.

De uma maneira, por assim dizer, também bastante clássica, o professor explicou o que é fronteira e o que é limite. Fez isso por intermédio de um desenho, no quadro de giz, no qual se podia observar um homem e uma mulher separados por um rio. Utilizando-se do desenho, o professor explicou que ambos (homem e mulher) podiam se ver (pois estavam na fronteira), mas, se quisessem se encontrar, teriam de cruzar o rio (o limite).

Disse decorreu a conceituação de que fronteira é a faixa de influência, enquanto que limite é a linha propriamente dita.

Feito isso, o professor ainda instruiu a respeito dos limites naturais e artificias.

foi passado "tema de casa", assim:

1) O que é território, afinal?
2) Diferencie limite de fronteira.
3) O que o poder tem a ver com o território?

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Oitava aula!

Conclusão das noções estudadas na aula anterior:

- o Estado como aquilo que "emerge", é "construído", por assim dizer, de "baixo para cima", de Herder, e,

- o Estado como aquele qual que eu posso "aderir", que é "planejado", por assim dizer, de "cima para baixo", de Renan.

terça-feira, 10 de abril de 2018

Sétima aula!

O professor retomou a última aula, dando continuidade ao entendimento a respeito de "como um país vira um país", retirado de Herder (1744-1803)

Assim, o professor colocou no quadro de giz a ideia defendida pelo citado filósofo e filólogo alemão de que um Estado (que por hora estamos tomando como "sinônimo" de país) deve ser formado a partir do povo

Ou seja, e por outras palavras, no entendimento de Herder, primeiro um povo deve constituir a sua língua (o idioma falado), a sua religião (como eles enterram seus mortos, como se dão em casamento, como encaram o sagrado, etc.), a sua indumentária (o modo de vestir), a sua culinária (os pratos típicos que, muitíssimas das vezes, estão altamente relacionados com a geografia, o clima, a hidrografia, etc.), a sua música (as danças típicas e os ritmos próprios), enfim, primeiro um povo deve constituir a sua cultura para, depois, por assim dizer, de baixo para cima, fundar um Estado, o país.

Feito isso, o professor apresentou o entendimento inverso, o de Ernest Renan (1823-1892). Então, o professor explicou e colocou no quadro de giz as ideias defendidas por este filósofo e filólogo frances. 

O professor explicou que, segundo Renan, um Estado pode ser formado, ou ainda, "criado", por assim dizer, de cima para baixo, de modo que surja primeiro o país, montado por uma classe de pessoas que o arquitete, e, com base nisso, constitua um povo. 

Segundo esse modo de ver a questão, um país assim "montado", poderia vir a aceitar pessoas que dele quisessem participar, um Estado integrado por "adesão". 

Feito isso, o professor solicitou que os estudantes pensassem sobre os dois pontos de vista diversos, e, uma vez tendo refletido a respeito dos mesmos, elaborassem a sua opinião. 

Após o tempo dado para a tarefa, o professor a tomou, aluno por aluno, questionando o porquê daquele juizo. 

Para concluir a aula, o professor passou uma série de questões no quadro de giz, que ficaram de "tema de casa", a ser conferido no dia 12 de abr..    

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Sexta aula!

O professor retomou a aula passada, passou ,de classe em classe, conferindo quem havia feito e quem não havia feito o "tema de casa".

O professor comentou as respostas dos alunos, chamando a atenção para aquelas que defendiam que, para um país ser um país é necessário que ele tenha uma constituição uma Carta Magna.

Feito isso, em seguida, o professor colocou no quadro de giz, a seguinte noção:

Para um país ser um país são necessários os seguintes elementos:

- Povo
- Território
- Soberania

Em seguida, o professor passou a explicar o que, afinal é um povo. Muitos estudantes externaram que para eles, povo era o coletivo de pessoas; conjunto de pessoas.

De posse disso, o professor passou a problematizar tal noção apresentando a noção defendida por Johann Gottfried Herder (1744-1803), para quem, grosso modo, um país, um Estado deveria ser formado, por assim dizer, de baixo para cima. Desde o povo, desde a cultura própria de uma nação até formar uma país/ Estado.

terça-feira, 3 de abril de 2018

Quinta aula!

Como na aula passada os estudantes ficaram com uma atividade para ser desenvolvida sem o professor, nesta aula, o professor retomou os conceitos trabalhados. 

Então, procedeu-se a uma aula expositiva dialogada sobre o processo de formação do atual território do Brasil, com a explicação sobre o Tratado de Tordesilhas

Para estudar, ler as páginas 10, 11 e 12 de nosso livro didático, e, complementar com a aula presencial e a explicação abaixo:



É interessantíssimo, para ir além, os estudantes lerem e assistirem os vídeos que estão neste site: "Ensina RTP: Assinatura do Tratado de Tordesilhas".

De "tema de casa" foi deixada a seguinte inquietação, que também pode ser vista na fotografia acima: "O que é necessário para que um país seja considerado um país

O professor quer, com isso, que os alunos pensem esta questão para que se possa, na próxima aula, introduzir os conceitos de povo, território e fronteira.

terça-feira, 27 de março de 2018

Quarta aula!

O professor trouxe os dados de uma pesquisa que coloca o Brasil como a segunda população do mundo com menos noção da própria realidade (a pesquisa na íntegra está :::aqui:::) e fez os devidos comentários sobre questões envolvidas.

Nesse sentido, o professor alertou que a disciplina de Geografia pode ajudar, em muito, justamente nisso, que os estudantes sejam, cada vez mais cônscios da própria realidade, e isso de maneira crítica e transformadora.

Em seguida, o professor corrigiu, no quadro de giz, o "tema de casa", solicitado na última aula, retirando dúvidas, explicando e aprofundando o cálculo de escalas.

Feito isso, o professor, que é presidente do Conselho Escolar da E.M.E.F. Porto Novo, e que, em virtude disso, teve de sair para fazer um "serviço de banco" (retirar "talões de cheque" para compra de materiais para a escola), deixou a seguinte atividade:

Ler as páginas 10 a 19 do livro didático (ver imagens abaixo) e responder o que se pede (a questão está logo abaixo):













(Fonte: FURQUIM JÚNIOR, Laércio. Geografia Cidadã, 7º ano. São Paulo: AJS, 2015, p. 10-19)

Como foi o processo que culminou na formação do território brasileiro?

RETOMANDO NOSSOS REGISTROS DA PRÁTICA: AULAS DO 2º TRIMESTRE!

Nas últimas semanas, a dinâmica habitual de atualização deste espaço foi temporariamente alterada em razão da intensa mobilização da escola ...