REGISTRO DA PRÁTICA (Diário de Classe e Notas de Aula), do
Professor Donarte Nunes dos Santos Júnior,
E.M.E.F. PORTO NOVO,
Prefeitura de Porto Alegre – SMED/ RME
segunda-feira, 29 de março de 2021
ATIVIDADE DA 5ª SEMANA: de 29 de mar. a 1º de abr.:
segunda-feira, 22 de março de 2021
ATIVIDADE DA 4ª SEMANA: de 22 a 26 de mar.:
INSTRUÇÃO: OUÇA A ÁUDIO AULA ABAIXO. EM SEGUIDA, FAÇA O QUE SE PEDE:
UMA VEZ TENDO OUVIDO A AULA ACIMA, RESPONDA:
1) Quando é que o chamado Estado moderno teve seu início?
2) Qual é afinal a singularidade do projeto estatal?
3) O que é, afinal, necessário, básico, para que uma "Estado" seja, de fato, um *Estado*?
segunda-feira, 15 de março de 2021
ATIVIDADE DA 3ª SEMANA: de 15 a 19 de mar.:
INSTRUÇÃO 1: ANTES DE LER OS TEXTOS QUE SEGUEM, ANTES DE TUDO, RESPONDA ÀS QUESTÕES QUE ESTÃO IMEDIATAMENTE ABAIXO:
1) Semana passada nós lemos a narrativa de uma etnia indígena a repeito de como eles vêem a “criação”, era um mito do povo munduruku…: agora, reflita…: como um munduruku se torna um munduruku?
2) Você que está lendo estas linhas é brasileiro? O.k.. Mas, você se sente brasileiro? O que faz de você um brasileiro?
3) Você conhece os termos etnia, mito e povo? O que eles querem dizer para você?
INSTRUÇÃO 2: APÓS TER RESPONDIDO ÀS QUESTÕES ACIMA, LEIA OS TEXTOS QUE SE SEGUEM, ABAIXO, E, AO FINAL, FAÇA O QUE SE PEDE:
segunda-feira, 8 de março de 2021
ATIVIDADE DA 2ª SEMANA: de 08 a 12 de mar.:
Povo Munduruku (Mito Tupi)
O CRIADOR DE TUDO
No antigo tempo da criação do mundo com toda sua beleza, os Munduruku viviam dispersos, sem unidade e guerreando entre si. Esta era uma situação muito ruim que tornava a vida mais difícil e indócil. Foi aí que ressurgiu Karú-Sakaibê, o Grande Criador, que já havia realizado tantas coisas boas para este povo.
Contam os velhos que foi ele quem criara as montanhas e as rochas soprando em penas fincadas no chão. Eram também criações dele os rios, as árvores, os animais, as aves do céu e os peixes que habitam todos os rios e igarapés.
Karú-Sakaibê, tendo percebido que o povo que ele criara não estava unido, decidiu voltar para unificá-lo e lembrá-lo como havia sido trazido do fundo da terra quando ele decidiu enfeitar a terra com gente que pudesse cuidar da obra que criara.
Assim contam os velhos sobre a vinda dos Munduruku ao mundo de cima: Karú-Sakaibê andava pelo mundo sempre em companhia de seu fiel amigo Rairu, que embora fosse muito poderoso, gostava de brincar e se divertir. Um dia, Rairu fez uma figura de tatu juntando folhas, gravetos e cipós. Era uma imitação perfeita. Tão perfeita que o jovem brincalhão resolveu colá-lo com resina feita com cera de mel de abelha para que seu desenho nunca desaparecesse. Para secar a resina Rairu enterrou seu "tatu" embaixo da terra deixando apenas o rabo para fora. Porém, quando ele tentou, depois de algum tempo, retirar sua mão do rabo não conseguiu, pois a resina havia secado e ele ficara grudado no rabo do tatu.
Como Rairu tinha um grande poder, deu vida ao desenho e este, em vez de querer sair do buraco, foi adentrando-se cada vez mais, carregando consigo o pobre rapaz preso ao seu rabo. Por mais que tentasse se soltar não conseguia. O tatu-desenho foi cada vez mais fundo e quando chegou ao centro da terra, Rairu encontrou muita gente que por lá morava. Tinha gente de todo jeito: algumas eram bonitas, outras eram feias; algumas eram boas e outras eram más e preguiçosas.
Rairu ficou tão impressionado com aquilo que decidiu sair rapidamente do buraco para contar a Karú-Sakaibê, que já devia estar preocupado com sua demora. E estava mesmo. Karú irritou-se tanto com seu companheiro que decidiu castigá-lo, batendo nele com um pedaço de pau. Para se defender o jovem contou sua aventura ao centro da terra e como ele havia encontrado gente lá. Estas palavras chamaram a atenção de Karú, que decidiu trazer toda esta gente para o mundo decima.
Rairu ainda perguntou como poderiam fazer isso se eles estavam tão longe. O herói criador nem sequer deu ouvido ao jovem. Começou a fazer uma pelota e enrolá-la na mão. Em seguida jogou a pelota no chão e imediatamente nasceu um pé de algodão. Colheu, então, o algodão e com suas fibras fez uma corda que passou na cintura de Rairu e ordenou que fosse ao centro da terra buscar as pessoas que ele vira.
Rairu desceu pelo mesmo buraco do tatu. Quando chegou reuniu todo mundo e falou das maravilhas que havia no mundo de cima e que queria que todos subissem pela corda para conhecer este novo mundo. Os primeiros a subir foram os feios e os preguiçosos, porque estes imaginavam que iam encontrar alimento com muita facilidade nunca mais precisariam trabalhar. Depois subiram os bonitos e formosos. No entanto, quando estes últimos já estavam quase alcançando o topo, a corda arrebentou e um grande número de gente bonita caiu no buraco e permaneceu vivendo no fundo da terra.
Como eram muitos, Karú- Sakaibê quis diferenciá-los uns dos outros. Para que uns fossem Munduruku, outros Mura, arara, Mawé, Panamá, Kaiapó e assim por diante. Cada um seria de um povo diferente. Fez isso pintando uns de verde, outros de vermelho, outros de amarelo e outros de preto.
No entanto, enquanto Karú pintava um por um, os que eram feios e preguiçosos adormeceram.
Esta atitude das pessoas feias irritou profundamente o herói criador. Como castigo por sua preguiça, Karú-Sakaibê os transformou em passarinhos, porcos do mato, borboletas e em outros bichos que passaram a habitar a floresta.
No entanto, àqueles que não eram preguiçosos ele disse:
- Vocês serão o começo, o princípio de novos tempos e seus filhos e os filhos de seus filhos serão valentes e fortes.
E para presenteá-los por sua lealdade, o grande herói preparou o campo, semeou e mandou chuva para regá-lo. E tão logo a chuva caiu nasceram a mandioca, o milho, o cará, a batata-doce, o algodão, as plantas medicinais e muitas outras que servem, até os dias de hoje, de alimento para esta gente. Ainda os ensinou a construir os fornos para preparar a farinha.
Contam nossos avós que foi assim que Karú-Sakaibê transformou a grande nação Munduruku num povo forte, valente e poderoso...
(MUNDUKURU, Daniel. Contos Indígenas Brasileiros. São Paulo: Global Editora, 2005. p. 8-12)
GLOSSÁRIO
Munduruku: Significa Formigas Gigantes ou Compridas por ser conhecido como um povo guerreiro e poderoso. Está presente nos estados do Pará, Amazonas e Mato Grosso, totalizando aproximadamente 12 mil pessoas. Seu contato com a cidade já é de 250 anos e, apesar deste contato antigo, mantém sua cultura e tradição através de rituais e de sua língua. (Usam a língua Munduruku, do tronco Tupi)
Karú-Sakaibê: É dessa forma que o povo Munduruku denomina seu herói criador e civilizador.
Rairu: Era o fiel companheiro de Karú-Sakaibê, uma espécie de assistente na obra da criação.
Igarapé: Significa pequeno córrego. São braços de um grande rio, onde normalmente estão localizadas as aldeias Munduruku.
Cará: tipo de tubérculo (batata) comestível.
Mura, Mawé, Arara, Panamá, Kaiapó: Denominação de alguns povos indígenas que são vizinhos dos Munduruku.
APÓS TER LIDO O TEXTO ACIMA, RESPONDA:
1) Você acha que o povo munduruku tem razão em dizer que todos fomos trazidos do fundo da terra? Justifique a sua resposta.
2) Você acha que os mundurukus estão certos ao afirmar que deveríamos cuidar da obra que foi criada? Justifique a sua resposta.
3) Quais são as diferenças entre este tipo de narrativa, e, por exemplo, a teoria do Big Bang?
segunda-feira, 1 de março de 2021
ATIVIDADE DA 1ª SEMANA: de 1º a 5 de mar.:
Prezados estudantes,
para esta semana, os professores, em conjunto, pensaram, para todas as turmas, a atividade que está logo abaixo.
Quando elaboramos ela, tivemos em mente o aniversário de nossa escola, comemorado no dia 02, a questão da dificuldade de estudar em tempos de pandemia e o nosso projeto didático-pedagógico, o Projeto Compaixão.
Assim, surgiu a atividade a seguir, à qual vocês podem responder e encaminhar, por: E-Mail, Whatsapp da escola, nos comentários da presente postagem, em nosso "Grupo de Estudos Fechado, do Facebook", enfim, há diversas formas de vocês responderem as questões que pensamos para vocês refletirem.
Bons estudos!!!
ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR E DE MANUTENÇÃO DE VÍNCULO
ATIVIDADE SEMANAL: 1ª SEMANA
ATIVIDADE SOBRE O ESTUDAR E SOBRE A ESCOLA
“O apaixonado está em ruptura com o poder político” (RIBEIRO, Renato Janine. A paixão revolucionária e a paixão amorosa em Stendhal. In: Os sentidos da paixão. São Paulo: Companhia das letras, 1988.)
Vivemos em uma sociedade onde as diferenças sociais aumentam visivelmente a cada dia.
Em um país com quase 210.000.000 de habitantes (isso mesmo, duzentos e dez MILHÕES!) existem QUARENTA E DUAS PESSOAS que lucraram mais do que os 68 milhões de beneficiários do auxílio emergencial receberam juntos!
Na educação, a cada 100 alunos, 18 estudam em escolas particulares, enquanto os outros 82 estudam em escolas públicas.
Os alunos de escolas particulares, em famílias que podem arcar com custos escolares que variam de 700 a 3000 reais por mês, estão tendo aulas em reuniões de MEET, com atendimentos em grupo, individuais, com tutores e professores particulares.
Um reflexo claro disso foi o que aconteceu com o ENEM do ano passado. Foram tantos alunos que não se sentiram preparados que 71 a cada 100 dos inscritos nem fez as provas.
Vocês acham que foram os alunos de escolas particulares ou os das públicas que não foram?
Nós, professores, que estamos preocupados com a aprendizagem de vocês, preocupados em diminuir essas diferenças sociais, queremos saber de vocês como vocês estão se vendo diante desse panorama. No ano passado, muitos alunos tiveram dificuldades com a Plataforma Córtex, com as atividades à distância, com as atividades impressas.
Foram poucos alunos que efetivamente buscaram realizar todas as tarefas, pesquisar, estudar.
Então, para essa semana, queremos ouvir de vocês:
1. O que você espera das atividades a distância da escola, e o que nós, professores, poderíamos fazer para facilitar sua participação?
2. Como você vê a transformação da sociedade durante a pandemia, e o que você está fazendo por você mesmo para não ser mais uma vítima dessa exclusão?
3. Que transformações no espaço geográfico do seu bairro estão ocorrendo, e o que isso implica na vida diária, no lazer e na prática de esportes?
4. Como você vê a importância da educação nesse momento?
5. Que outras dificuldades são tão marcantes quanto o ato de estudar?
6. O que essa imagem diz para você?
(frase do economista, jornalista e professor argentino Tomás Bulat (1964-2015))
7. 02/03 é aniversário da Escola Porto Novo. O que a Escola significa para você?
INÍCIO DO ANO LETIVO DE 2021!!!
Prezados,
eis que se inicia o nosso Ano Letivo, o nosso Semestre!!!
Fiquem ligados que, em breve, teremos, também por aqui, materiais para o estudo de vocês!!!
Atte.,
Prof. Donarte.
quinta-feira, 12 de março de 2020
3ª aula: o que faz do Brasil, Brasil (Desenvolvimento).
► Como o Brasil foi formado?
→ Herder (1744-1803): um país forma-se, por assim dizer, de baixo para cima (povo → cultura → nação → Estado).
→ Renan (1326-1892): uma país é formado, por assim dizer, de cima para baixo (Estado → nação → cultura → povo)
→ o papel do futebol no Brasil
► conceito de Estado:
→ a necessidade de, para ser Estado:
- Povo
- Território
- Soberania
→ O Povo:
- conceito de Etnia: conjunto de pessoas que, mais ou menos fixas no tempo e no espaço, comungam da mesma cultura, e, por vezes, guardam os mesmos traços morfológicos. (cf. ETNIA. In: DORTIER, Dicionário de Ciências Humanas, 2010, p. 189).
DORTIER, Jean-François. Dicionário de Ciências Humanas. Tradução Márcia Valéria Martinez de Aguiar. São Paulo: Editora WMF e Martins Fontes, 2010, 730 p.
ERNEST RENAN. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2019. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Ernest_Renan&oldid=55164409>. Acesso em: 16 mai. 2019.
JOHANN GOTTFRIED VON HERDER. In: WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre. Flórida: Wikimedia Foundation, 2019. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Johann_Gottfried_von_Herder&oldid=55411275>. Acesso em: 5 jun. 2019.
sexta-feira, 6 de março de 2020
2ª aula: O que é ser brasileiro? (Introdução).)
Em seguida, conferiu quem havia e quem não havia feito o tema de casa.
Feito isso, passou a identificar listando, no quadro de giz, os principais elementos que constituem o que é ser brasileiro. Fez isso com base nas respostas dos temas dos estudante, bem como, em aula expositiva dialogada.
Sugere-se ainda que os estudantes assistam aos documentários abaixo:
terça-feira, 3 de março de 2020
1ª aula: combinações, apresentação do conteúdo e início do estudo de Brasil.
Em seguida, foi feita a apresentação do que será estudado ao longo do ano letivo.
Nesta data, estavam previstos dois períodos. Entretanto, a escola promoveu, no recreio, que foi estendido, o "Bailinho de Carnaval". Assim, não houve como, da mesma forma como foi feito em outras turmas, introduzir o conteúdo de forma mais volumosa.
Entrementes, para que o estudo de Brasil fosse introduzido, o professor solicitou o seguinte tema de casa:
→ Reflita, pense e responda: o que nos faz brasileiros?
Para se antecipar o estudo e ir além um pouco, sugere-se que o estudante assista ao documentário, abaixo:
sexta-feira, 5 de abril de 2019
Regionalização do Brasil: introdução (7ª aula):
terça-feira, 2 de abril de 2019
A República Federativa do Brasil (6ª aula)::
A respeito de o que é uma República, é interessante ver o vídeo, abaixo, onde o "Procurador Federal", da Advocacia-Geral da União (AGU), explica que não devemos confundir a República (que é forma de governo) com o "regime" ser "autoritário" ou "democrático", bem como, explica que não se pode confundir a forma de governo (República) com o sistema, que pode ser presidencialista ou parlamentarista.
sexta-feira, 29 de março de 2019
A República Federativa do Brasil & "Hora da Leitura" (5ª aula)::
Em seguida, houve a "hora da leitura", período em que os alunos recebem livros, e, em silêncio, perfazem a leitura dos mesmos.
terça-feira, 26 de março de 2019
Fala do prof. sobre a greve, leis ("Legislativo (também Judiciário e Executivo)"), e, "O Aniversário de Porto Alegre" (4ª aula):
::: N.B.1: TUDO ISSO FOI FEITO SEM PROSELITISMO :::
Em seguida, utilizando-se deste exemplo e deste contexto, o professor, através de aula expositiva dialogada, explicou quais as funções do "legislativo", e, também, do "judiciário" e do "executivo", remontando este entendimento a Montesquieu (1689-1750), o seu livro "O Espírito e as Leis" e ao Absolutismo, fazendo a necessária comparação entre as vantagens e desvantagens entre os sistemas republicanos e monárquicos e como isso foi pensado e criticado pelo Iluminismo.
Foi desenhada no quadro de giz a "pirâmide social" tipica de uma nação absolutista (ver ilustração abaixo (Figura 1)) e o poder concentrado na mão de um rei que, sozinho, é o que legisla, julga e executa (ver ilustração abaixo (Figura 2)):
Concluído este assunto (::: N.B.2: TUDO ISSO FOI FEITO SEM PROSELITISMO :::), que certamente será retomado na sequência do ano letivo, o professor passou ao tema específico que havia sido planejado para a aula de hoje, qual seja: o do aniversário de Porto Alegre.
Assim, através de aula expositiva dialogada, foram vistos e explicados os seguintes elementos:
→ Por lei, o aniversário de Porto Alegre, é: 26 de março, sendo seu ano de "fundação", considerado o de 1772, levando em conta a chegada de 60 casais de açorianos. Em sendo assim, neste ano, 2019, Porto Alegre estaria comemorando 247 anos
→ Porém, há um elemento histórico que pode contestar a data acima: qual seja: a a Carta de Sesmaria expedida a Jerônimo Dorneles de Menezes e Vasconcelos, a 5 de novembro de 1740. Neste caso, Porto alegre seria mais antiga, comemorando só em novembro do presente ano (2019), seus 279 anos.
→ Existe, ainda, outra data histórica que poderia, muito bem, ser considerada como a data de aniversário da capital dos gaúchos, a saber: a que nos chega desde que os açorianos foram chamados de Santa Catarina, onde haviam se estabelecido, para, finalmente, tomar posse das terras mais ao sul, graças tratado firmado entre Portugal e Espanha, o "Tratado de Madri". E esse ano é o de 1750. No entanto, nesta época, eclodiram as chamadas "Guerras Guaraníticas" (1753-1756), tendo estes imigrantes ficado em algum lugar de localização controvertida na península que viria a ser Porto Alegre. Em sendo assim, Porto Alegre teria 269 anos.
→ Para concluir de modo provisório, o problema com a "versão oficial", a primeira apresentada, aqui, é o de que ela nos chegas desde o ano de 1940, quando o geógrafo, professor Dr. Tupi Caldas, apresentou, no "III Congresso Sul Riograndense de História e Geografia", um trabalho, no qual anexava um mapa com o insipiente traçado das ruas de Porto Alegre. O mapa seria de autoria do engenheiro militar Alexandre José Montanha, que teria sido elaborado no ano de 1772. Ocorre que o mapa apresentado por Caldas era uma cópia e o original nunca foi encontrado.
Tendo feita esta apresentação dialogada, o professor convidou os alunos a pensarem com a pergunta "como ou quando nasce uma cidade?".
O fechamento ficou para a próxima aula.
sexta-feira, 22 de março de 2019
O Sentido do Estudar: parte 3 (3ª aula)):
De tema de casa, o professor solicitou que os estudantes "invertessem" a pergunta "o que eu quero da vida?".
terça-feira, 19 de março de 2019
O Sentido do Estudar: parte 2 (2ª aula)):
sexta-feira, 15 de março de 2019
O Sentido do Estudar: parte 1 (1ª aula)):
Em seguida, conduziu uma dinâmica que consistia em apresentar, sucintamente, quatro personalidade brasileiras, contudo sem revelá-las.
Com base na breve apresentação, individualmente, os estuantes deveriam escolher uma das personalidades e fazer um exercício de reescrever a trajetória da mesma. Ou seja, deveriam inventar como se deu a continuidade da vida daquela pessoa, o que foi acontecendo com ela ao longo do caminho dela, quais escolhas ela tomou, e, sobretudo, como ela está hoje.
O professor deu o devido tempo para que os estudantes elaborassem as suas criações, sob a forma de textos e os orientou.
Os alunos concluíram a tarefa.
O restante da dinâmica será desenvolvido na próxima aula, dia 18, segunda-feira.
terça-feira, 12 de junho de 2018
Vigésima Segunda aula!
Assim, o professor não deu sequência na leitura do livro, mas sim, procedeu ao estudo e interpretação de texto retirado do livro didático, a saber: "A Formação do Povo Brasileiro".
Foram vistos os seguintes elementos:
- as etnias e povos indígenas que compunham o nosso território na época do "descobrimento"
- o genocídio indígena
- a miscigenação do povo brasileiro, segundo Darcy Ribeiro
quinta-feira, 7 de junho de 2018
Vigésima Primeira aula!
Em seguida, o professor solicitou que os estudantes elaborassem a sua autoavaliação.
Muito não conseguiram concluir o novo texto no tempo estipulado, tendo o mesmo ficado, como "tema de casa", para ser entregue na próxima aula.
No segundo momento da aula, em virtude do "Dia Mundial do Meio Ambiente", que, este ano, tem como mensagem central a poluição plástica, principalmente nos oceanos, o professor ministrou aula expositiva dialogada sobre o lixo plástico e seus perigos.
O mote foi retirado do livro "50 pequenas coisas que vocês pode fazer para salvar a Terra", do item 10 ("dez"): "Evite as Sacolas Plásticas".
Tendo os dados sido atualizados pelo professor.
terça-feira, 5 de junho de 2018
Vigésima aula!
O capítulo foi praticamente concluído, tendo sido pontuados os seguintes elementos que emergiram da leitura:
- no Brasil, diferentemente dos EUA, há um preconceito "escondido"
- no Brasil, conforme Florestan Fernandes, há o "preconceito do preconceito"
- este tipo de preconceito "à brasileira" é mais difícil de ser combatido
Para integrar as noções vistas, o professor solicitou o seguinte tema de casa:
"Com base na aula de hoje e na respectiva leitura, elabore uma reflexão: como os jovens sentem o preconceito nas esferas cultural, "racial", socioeconômica, entre outras, e como ele pode se libertar disso?"
quinta-feira, 24 de maio de 2018
Décima Nona aula!
- que ser humano não tem raça; cavalos, cães e gatos têm raça, ser humano, não. Ser humano tem Gênero, Espécie e subespécie, a saber: Homo, Sapiens, sapiens.
- que, se ainda que errado, for necessário o uso do termo raça, estas seriam, segundo antigas denominações, tais como as de Lineu, as seguintes:
> negroides
> caucasianos
> mongoloides
- com base no exposto acima, o professor construiu o conceito de etnia.
terça-feira, 22 de maio de 2018
Décima Oitava aula!
quinta-feira, 17 de maio de 2018
Décima Sétima aula!
Nesta aula, foi concluído o capítulo "A Casa, a Rua e o Trabalho".
À medida em que a obra era lida, o professor fazia os comentários pertinentes.
terça-feira, 15 de maio de 2018
Décima Sexta aula!
Obs.: os supramencionados pintores foram retirados da obra "CALÇA, Rafael. Jeremias: Pele. São Paulo: Panini Brasil, 2018" (ISBN: 978-426-1095-6 (capa dura)). Sugere-se que se leia sobre ela (no final da presente postagem), e, ainda ela própria, que, em seguida, segundo o professor de Matemática, Anderson Santos, estará chegando (cinco exemplares) na biblioteca da escola.
quinta-feira, 10 de maio de 2018
Décima Quinta aula!
terça-feira, 8 de maio de 2018
Décima Quarta aula!
DA MATTA, Roberto. O que faz o Brasil, Brasil? Rio de Janeiro: Rocco, 2001.
Foi explicado, também, a questão de que, segundo Da Matta, para uma sociedade ser considerada, de fato, uma sociedade, ela necessita ter, três elementos, a saber:
quinta-feira, 3 de maio de 2018
Décima Terceira aula!
O professor tem feito de tudo para proporcionar espaços variados de encontro com aquilo que é estudado na escola, também fora dela. Assim, "Grupos de Estudo" em "redes sociais", tais como, a do Facebook, blog's (tal como este que é lido no momento) e "grupos" no Whatsapp estão sendo implementados pelo educador; o professor tem de (ou, ao menos, hoje em dia, pode) alcançar o estudante lá onde ele está.
Como ocorreu de a turma concordar com a ideia, o professor passou a anotar os números de telefone celular dos estudantes, bem como, de seus pais e/ ou responsáveis; é interessante também que os pais e/ ou responsáveis saibam que os estudantes dispõem de espaços nos quais podem incrementar os seus estudos em casa.
quinta-feira, 26 de abril de 2018
Décima Segunda aula!
No termo de consentimento esclarecido, é possível se ler:
Objetivos da Pesquisa: nosso objetivo é desenvolver um teste de desempenho escolar que contribua com a comunidade escolar, professores e pais, oferecendo a caracterização de um perfil inicial de habilidades de leitura, de escrita e de aritmética. Verificaremos, ainda, Verificaremos, ainda, se há relações do desempenho escolar com o processamento de funções cognitivas, tais como atenção concentrada, linguagem oral, pensamento lógico, memória, planejamento, resolução de problemas, flexibilidade mental e controle inibitório.
Procedimentos: você responderá questionários socioculturais (questões sobre hábitos de leitura e escrita, condições gerais de saúde e nível socioeconômico). Seu(ua) filho(a) realizará algumas tarefas de lápis e papel semelhantes às da escola, com palavras números e figuras. Estas atividades serão realizadas na escola, em horário de aula a partir da concordância dos professores de que seu(ua) filho(a) não será prejudicado(a), em uma seção coletiva de aproximadamente 40 minutos. Estima-se que a maioria dos estudantes resolverá as atividades em menos tempo. A participação é voluntária. Seu filho(a) só realizará as atividades se concordar e mediante sua autorização.
No minutos finais, o professor, que viu que um ditado foi aplicado pelos supramencionados universitários, conversou com os estudantes a respeito do ato de ler e do ato de escrever.
terça-feira, 24 de abril de 2018
Décima Primeira aula!
quinta-feira, 19 de abril de 2018
Décima aula!
Em seguida, corrigiu as questões.
terça-feira, 17 de abril de 2018
Nona aula!
- povo
- território
- soberania
Em seguida, na "sétima aula", foi esmiuçado o elemento povo daquele deste conceito, bem como, na "oitava aula", buscou concluir isso.
Na presente aula, salientou-se o elemento território do conceito.
Foi instruído que o território não é somente o terreno, o sítio em si. Mas, que território pode ser, também, inclusive, ampliado, por assim dizer, quando de uma intervenção militar, por exemplo.
Neste ponto, o professor aproveitou para se utilizar, como exemplo, do caso da Síria, que é bastante hodierno.
De uma maneira, por assim dizer, também bastante clássica, o professor explicou o que é fronteira e o que é limite. Fez isso por intermédio de um desenho, no quadro de giz, no qual se podia observar um homem e uma mulher separados por um rio. Utilizando-se do desenho, o professor explicou que ambos (homem e mulher) podiam se ver (pois estavam na fronteira), mas, se quisessem se encontrar, teriam de cruzar o rio (o limite).
Disse decorreu a conceituação de que fronteira é a faixa de influência, enquanto que limite é a linha propriamente dita.
Feito isso, o professor ainda instruiu a respeito dos limites naturais e artificias.
foi passado "tema de casa", assim:
1) O que é território, afinal?
2) Diferencie limite de fronteira.
3) O que o poder tem a ver com o território?
quinta-feira, 12 de abril de 2018
Oitava aula!
- o Estado como aquilo que "emerge", é "construído", por assim dizer, de "baixo para cima", de Herder, e,
- o Estado como aquele qual que eu posso "aderir", que é "planejado", por assim dizer, de "cima para baixo", de Renan.
terça-feira, 10 de abril de 2018
Sétima aula!
quinta-feira, 5 de abril de 2018
Sexta aula!
O professor comentou as respostas dos alunos, chamando a atenção para aquelas que defendiam que, para um país ser um país é necessário que ele tenha uma constituição uma Carta Magna.
Feito isso, em seguida, o professor colocou no quadro de giz, a seguinte noção:
Para um país ser um país são necessários os seguintes elementos:
- Povo
- Território
- Soberania
Em seguida, o professor passou a explicar o que, afinal é um povo. Muitos estudantes externaram que para eles, povo era o coletivo de pessoas; conjunto de pessoas.
De posse disso, o professor passou a problematizar tal noção apresentando a noção defendida por Johann Gottfried Herder (1744-1803), para quem, grosso modo, um país, um Estado deveria ser formado, por assim dizer, de baixo para cima. Desde o povo, desde a cultura própria de uma nação até formar uma país/ Estado.
terça-feira, 3 de abril de 2018
Quinta aula!
terça-feira, 27 de março de 2018
Quarta aula!
Em seguida, o professor corrigiu, no quadro de giz, o "tema de casa", solicitado na última aula, retirando dúvidas, explicando e aprofundando o cálculo de escalas.
Feito isso, o professor, que é presidente do Conselho Escolar da E.M.E.F. Porto Novo, e que, em virtude disso, teve de sair para fazer um "serviço de banco" (retirar "talões de cheque" para compra de materiais para a escola), deixou a seguinte atividade:
Ler as páginas 10 a 19 do livro didático (ver imagens abaixo) e responder o que se pede (a questão está logo abaixo):
Como foi o processo que culminou na formação do território brasileiro?
quinta-feira, 22 de março de 2018
Terceira aula!
terça-feira, 20 de março de 2018
Segunda aula!
"Educar é mais que o mero instruir"
"Estudar [ou pesquisar] é modo de vida"
De tema de casa, visando a (re)construção do que foi visto, o professor solicitou que os estudantes respondessem ao seguinte questionamento:
"Com base em tudo o que vimos até aqui, responda, em seu caderno, através de um texto: o que é, a partir de agora, o estudar para você?"
A tarefa será cobrada na próxima aula, ocasião na qual o professor solicitará que os estudantes leiam as suas produções textuais.
quinta-feira, 15 de março de 2018
Primeira aula!
segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
SOBRE ESTE BLOG...:
Queridos estudantes, façam bom proveito!!!
Att,
Prof. Donarte (Geografia).
RETOMANDO NOSSOS REGISTROS DA PRÁTICA: AULAS DO 2º TRIMESTRE!
Nas últimas semanas, a dinâmica habitual de atualização deste espaço foi temporariamente alterada em razão da intensa mobilização da escola ...
-
Nesta aula, professor retomou a aula anterior, e, através de aula expositiva dialogada, passou a refletir, com os alunos, sobre a pergunta ...
-
Este foi um dia extremamente chuvoso, me Porto Alegre. Em virtude disso, inúmeras faltas ocorreram. Então, em nível de recomposição das aula...






























